O que mudou no Judiciário em 2025

O ano de 2025 representou um ponto de inflexão para o Judiciário brasileiro. Mais do que mudanças pontuais, houve a consolidação de uma lógica institucional baseada em padronização decisória, racionalização de processos e maior exigência técnica das partes. Para advogados, escritórios, departamentos jurídicos e áreas de compliance, esse novo cenário impõe adaptação imediata, sob pena de perda de competitividade e eficiência.  A seguir, analisamos os 5 principais movimentos que marcaram o Judiciário em 2025 e seus impactos diretos no mercado jurídico. Consolidação definitiva da Justiça Digital Embora o processo eletrônico já estivesse amplamente difundido, 2025 marcou a consolidação definitiva da Justiça Digital como regra. Audiências virtuais e híbridas passaram a contar com regulamentações mais claras, reduzindo questionamentos procedimentais e trazendo maior previsibilidade à condução dos atos processuais.  Além disso, houve avanço relevante na integração entre sistemas judiciais, cartórios, juntas comerciais e bases públicas. Na prática, isso ampliou a capacidade do Judiciário de cruzar informações, identificar inconsistências e acelerar análises preliminares. Para o mercado jurídico, o impacto é direto: peças mal instruídas, dados incompletos ou informações contraditórias passaram a ser rapidamente detectadas. Leia mais sobre o assunto no blog: “Transformação digital no Direito: como a tecnologia está moldando os departamentos jurídicos” Fortalecimento do sistema de precedentes e da segurança jurídica Esse ano foi intensificada a aplicação do sistema de precedentes qualificados. Decisões vinculantes dos tribunais superiores passaram a ser observadas com maior rigor, e a tentativa de afastamento desses entendimentos exige fundamentação técnica consistente.  Esse movimento elevou o nível técnico da advocacia e reduziu o espaço para teses exploratórias ou apostas processuais sem lastro. Como consequência, cresce a relevância da jurimetria, da análise estatística de decisões e da inteligência jurídica aplicada à estratégia processual.  Confira as tendências do mercado nesse ano, nesse vídeo: Jornada estratégica: Cenário atual e insights Uso institucional de inteligência artificial nos tribunais Outro marco de 2025 foi o uso mais estruturado de inteligência artificial no apoio à gestão judicial. Ferramentas de IA passaram a ser utilizadas para triagem processual, identificação de demandas repetitivas, organização de precedentes e gestão de acervo.  Embora a decisão final permaneça sob responsabilidade humana, o filtro inicial se tornou mais técnico e objetivo. Para advogados e escritórios, esse cenário reforça a importância de uma atuação baseada em dados, análise de precedentes e compreensão do comportamento decisório dos tribunais. Leia mais sobre essa assunto no artigo: IA na investigação patrimonial Mudanças relevantes na execução civil e recuperação de crédito A execução civil foi uma das áreas mais impactadas em 2025. O Judiciário passou a realizar, de forma mais clara, a efetividade da execução, especialmente em casos de ocultação patrimonial e uso abusivo de estruturas societárias.  Houve maior abertura para o reconhecimento de grupos econômicos e para a responsabilização patrimonial indireta. No entanto, o ônus probatório também se tornou mais rigoroso. Alegações genéricas perderam espaço para provas técnicas, relatórios estruturados e demonstrações objetivas de vínculos patrimoniais.  Na prática, isso fortalece a investigação patrimonial profissional e orientada por dados, como ferramenta central na recuperação de crédito. Assista ao webinar: Recuperação de crédito inteligente Compliance, dados e responsabilidade no uso da informação O ambiente regulatório mais maduro também impactou diretamente o Judiciário em 2025. A origem, o tratamento e a finalidade dos dados apresentados em juízo passaram a ser analisados com mais atenção, especialmente seguindo a legislação de proteção de dados. Relatórios, laudos e provas documentais precisam ser tecnicamente consistentes e juridicamente defensáveis. O uso inadequado de informações pode gerar questionamentos processuais e até responsabilização. Assim, áreas como compliance, due diligence e investigação patrimonial passaram a exigir ainda mais método, governança e rastreabilidade. Saiba mais no ebook: Compliance 360° Rumo a 2026 Somadas, essas mudanças desenham um novo padrão de exigência do Judiciário. O domínio da dogmática jurídica continua essencial, mas já não é suficiente de forma isolada. O profissional do Direito de 2025 precisa compreender dados, tecnologia, precedentes e lógica econômica dos litígios.  Escritórios e departamentos jurídicos que estruturam sua atuação com base em inteligência jurídica, análise patrimonial e visão estratégica tendem a operar com mais eficiência, previsibilidade e vantagem competitiva.   Acompanhamos de forma ativa todas as transformações do Judiciário e desenvolvemos soluções alinhadas a esse novo cenário. Atuamos com investigação patrimonial orientada por dados, monitoramento estratégico e inteligência aplicada à tomada de decisão jurídica. Se o Judiciário mudou, a atuação jurídica também precisa evoluir, nós ajudamos você a fazer isso com método, técnica e segurança, entre em contato conosco. 

Quer montar um time de investigação? Veja os insights do nosso último webinar

Se o seu escritório está em busca de estruturar a investigação patrimonial como unidade de negócio, você encontrou o artigo certo. Foi exatamente essa visão que norteou o nosso último webinar, pensado para quem quer sair do manual e operar com maturidade técnica e financeira. Confira a seguir os principais insights que surgiram durante o webinar do dia 11/12, e já saiba a data e o tema do próximo. Investigação patrimonial como unidade de negócio O webinar com tema principal “Investigação patrimonial como unidade de negócio: estrutura, processos e lucratividade” reuniu profissionais que vivem esse desafio na prática. A mediação foi conduzida por Valdo Silveira (CEO da LEME Forense) e Leonardo Botelho (Head de Investigação), com a participação do convidado Valter Salatini, do escritório Tortoro, Madureira & Ragazzi Advogados.  Assista aqui o vídeo completo: O ponto de partida do debate foi o contexto de mercado. Há um crescimento consistente da demanda por localização de ativos, identificação de patrimônio oculto e análise de grupos econômicos, impulsionado principalmente pelo aumento da inadimplência estratégica e pela sofisticação das estruturas de blindagem patrimonial.  Os escritórios que se destacam compartilham três fundamentos essenciais:  uso estruturado de dados;  aplicação de metodologia clara e replicável;  apoio contínuo de tecnologia especializada.  Essa combinação permite ganho de escala, redução de retrabalho e maior assertividade na tomada de decisão. Criação da área: da necessidade à estruturação A decisão de estruturar uma área própria de investigação patrimonial partiu da percepção de que o modelo tradicional não entregava a velocidade e a profundidade exigidas pelos casos complexos.  Os primeiros passos envolvem:  definição objetiva do escopo da investigação;  separação clara entre funções jurídicas e investigativas;  criação de fluxos internos e responsabilidades bem delimitadas.  Estrutura e processos: onde a maioria dos escritórios erra Outro ponto sensível abordado foi a escolha de ferramentas, parceiros e metodologia. Integrar tecnologia ao dia a dia jurídico exige mudança de mentalidade, treinamento e padronização. Ficou claro que tecnologia isolada não resolve. Sem método, ela gera ruído. Da mesma forma, metodologia sem tecnologia limita escala e eficiência. Resultados concretos: ganhos operacionais e estratégicos Quando a área passa a operar de forma estruturada, os resultados aparecem de maneira objetiva. Entre os principais benefícios destacados estão:  maior agilidade na fase de execução;  aumento da taxa de sucesso na localização de ativos;  melhoria significativa na entrega de valor para clientes institucionais.  Como funciona o serviço de investigação na LEME Forense Na sequência do webinar, Leonardo Botelho apresentou como estruturamos a esteira de investigação patrimonial.  Nós oferecemos o serviço de investigação, separadamente da plataforma SONAR, em que fazemos o todo o processo de pesquisa e entregamos um relatório com todas as informações obtidas. Temos um time especializado para esse quesito, no qual Leonardo é gerente.  Ele explicou que atuamos com dois grandes perfis de casos:  casos complexos, que envolvem ocultação sofisticada de bens, redes de relacionamento e estruturas societárias elaboradas;  casos operacionais, caracterizados por alto volume e necessidade de resposta rápida.  A equipe é alocada conforme a complexidade, evitando gargalos comuns como sobrecarga, falhas de comunicação e perda de prazos. Quer saber mais sobre esse serviço? Entre em contato por aqui. Monetização da investigação patrimonial: modelos possíveis Um dos temas centrais do debate foi a monetização. Foram apresentados três modelos principais:  modelo fixo;  modelo variável;  modelo misto.  A precificação deve considerar critérios objetivos, como:  porte do caso;  profundidade da investigação;  volume de dados analisados.  Próximo webinar: grupos econômicos ocultos e a prova na execução Para aprofundar um dos pontos mais sensíveis da investigação patrimonial contemporânea, a LEME Forense realizará, no dia 15 de janeiro, às 16h, um novo webinar com transmissão ao vivo pelo YouTube. O encontro terá como tema “Grupos Econômicos Ocultos: como identificar e comprovar na execução”, assunto que hoje ocupa posição central nas estratégias de recuperação de crédito e no contencioso executivo.  A mediação será conduzida também por Leonardo Botelho, Head de Investigação da LEME Forense, com a participação do convidado Danilo Diniz, profissional com atuação prática no enfrentamento de estruturas societárias complexas.  Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por LEME Inteligência Forense (@lemeforense) O webinar parte de um contexto conhecido: a crescente sofisticação das estruturas empresariais. Em muitos casos, essa complexidade decorre de planejamento tributário e expansão legítima dos negócios. Em outros, contudo, ela é utilizada como mecanismo de blindagem patrimonial e diluição artificial de responsabilidades, dificultando a satisfação do crédito. Nesse cenário, compreender como os grupos econômicos se formam — e como podem ser comprovados na execução — tornou-se uma competência estratégica.  Ao longo do encontro, serão discutidos temas como a caracterização prática de grupos econômicos para além do que está no papel, os erros mais comuns cometidos na tentativa de reconhecimento dessas estruturas, a distinção entre organização societária legítima e fraude contra credores, bem como o papel dos dados públicos na investigação patrimonial. A proposta é demonstrar como a visão investigativa, quando integrada à análise jurídica, fortalece a construção das teses e aumenta a efetividade das medidas executivas.  Se o seu objetivo é elevar o nível da sua operação e preparar o escritório para um cenário cada vez mais exigente, realize a sua inscrição e acompanhe de perto as discussões que realmente impactam o seu dia a dia. 

A evolução da LEME: o que construímos em 2025

Entramos em 2025 com um objetivo claro: fortalecer a inteligência de dados e entregar ferramentas práticas para operações que precisam de precisão, rapidez e decisões embasadas. Ao longo do ano, ampliamos nossa atuação, reforçamos nossa presença no mercado e aprofundamos o suporte oferecido aos clientes. E se você quer levar sua operação a um novo patamar em 2026, este é o momento ideal para se conectar à LEME Forense. Proximidade que gera resultado O sucesso do nosso cliente é o nosso. Por isso, em 2025, reforçamos nossa atuação com uma agenda fixa e prática de workshops exclusivos para os nossos clientes. No total, realizamos 40 workshops – semanalmente às quintas-feiras, sempre direcionados à aplicação da plataforma no dia a dia. Esses encontros, fortaleceram a autonomia das equipes, ampliaram a capacidade de leitura estratégica dos dados e geraram uma troca contínua que se refletiu em melhorias. Cada interação tornou-se insumo para aprimorar processos, ajustar funcionalidades e garantir uma experiência mais fluida e produtiva, para acelerar o domínio técnico dos usuários. Presença qualificada e diálogo aprofundado com o mercado Ao longo de 2025, marcamos presença em 15 eventos, sendo 8 presenciais e 7 online, sempre com foco em discutir tendências relevantes, apresentar soluções e compartilhar metodologias aplicáveis na rotina jurídica. DOC9, C4CC, AB2L, Acelerador de Execução do José de Andrade, EXPOCOMPLIANCE, OAB PR, Fenalaw e Conacredi – todos tem algo em comum: nós marcamos presença!  Temas dos webinars:  – O impacto da tecnologia no mundo jurídico  – Advocacia 4.0   – Jornada Estratégica – 3 dias de workshop  – Como gerar receita e fidelizar clientes na advocacia – Recuperação de crédito inteligente – Compliance e tecnologia – Investigação Patrimonial na Prática   Caso tenha perdido algum conteúdo, não se preocupe, estamos disponibilizando todos no nosso canal do Youtube: Assista aqui O que 2025 nos ensinou Inteligência de dados precisa ser útil, clara e operacional. Mais do que acessar informações, os times precisam transformá-las em decisões. Por isso, refinamos relatórios, filtros e visualizações, garantindo leituras mais diretas e precisas.  A maturidade digital do jurídico está subindo. A busca por capacitação confirma que o setor está evoluindo. Profissionais querem entender metodologias, interpretar padrões e aplicar dados com mais confiança.  Resultado depende de método, não só de ferramenta. Equipes que estruturam rotinas, criam fluxos e integram a plataforma à operação diária alcançam resultados muito superiores. 2025 tornou isso ainda mais evidente.  Para onde vamos em 2026 O novo ciclo chega com metas estruturadas e foco em elevar a profundidade das análises e a eficiência operacional. Nossas prioridades incluem:  – novas automações para reduzir tarefas manuais;  – relatórios mais completos e com leitura facilitada;   – ampliação das integrações com bases públicas e privadas;   – fortalecimento da agenda de capacitação contínua;   – presença ampliada em eventos e iniciativas de comunidade;   – ferramentas mais robustas para investigações complexas, compliance e auditorias internas.  Nosso direcionamento para o próximo ano: aprimorar cada vez mais nossa ferramenta, entender e solucionar as dores dos nossos clientes, entregar informações e dados integradas ao fluxo das operações, reduzindo obstáculos e acelerando resultados. Comece 2026 com quem vai te trazer eficiência, segurança e estratégica 2025 foi um ano de evolução consistente, aprendizado e expansão. Agora, 2026 chega como oportunidade para elevar o nível da sua operação jurídica. E se você quer avançar com profundidade, método e apoio técnico contínuo, a LEME Forense está pronta para caminhar com você — transformando inteligência em vantagem real e contínua para o seu time.  Já dizia o ditado “quem chega primeiro, bebe água fresca”. Chegou a hora de se unir a quem está liderando a próxima etapa da inteligência jurídica no Brasil. Entre em contato com o nosso time. E tem mais: até o dia 19/12/2025, você ainda consegue aproveitar a prorrogação da Black Friday. Nesse período, você garante isenção de mensalidade até o fim do recesso forense e acesso a um curso exclusivo com especialistas em investigação patrimonial, que vão te orientar no uso estratégico das ferramentas e na construção de análises realmente profundas. Se você quer entrar em 2026 no nível mais alto, essa é a hora.

Recesso forense 2025: como organizar o próximo ano 

Áreas que dependem de investigação patrimonial, automação jurídica ou análise de dados, o recesso forense é a janela perfeita para reavaliar processos, estruturar fluxos e definir prioridades estratégicas.  Nesse período de baixa movimentação no mercado, sua empresa ou escritório conseguem implementar melhorias com mais tranquilidade, e claro, aproveitar para revisar ferramentas e tecnologias que ampliam a performance do escritório. Por que o recesso forense é tão importante para o planejamento anual O recesso forense de 2025 seguirá o padrão tradicional: atividades suspensas entre o final de dezembro e o início de janeiro, com manutenção apenas do plantão judicial.  Embora a rotina desacelere, esse intervalo não deve ser entendido como uma pausa improdutiva. Ao contrário: é um dos momentos mais estratégicos para ajustar rotinas, reavaliar riscos e construir uma base sólida para o próximo ano.  Além disso, o recesso oferece um fator importante: previsibilidade. A queda natural na demanda operacional reduz pressões e libera tempo para análises internas — algo que, durante a correria do ano, costuma ser inviável. Essa previsibilidade possibilita revisitar métricas, verificar gargalos e planejar ações orientadas por dados, garantindo maior eficiência quando os prazos processuais retornarem.  Diagnóstico: o ponto de partida para um ano mais eficiente Antes de pensar em novas estratégias, é fundamental olhar para o que foi feito no ano corrente. Um diagnóstico bem conduzido ajuda a entender onde o escritório avançou e onde há espaço para ajustes.  Alguns pontos essenciais nesse diagnóstico incluem:  Quantidade de processos ativos e prazos críticos  Avaliar quais casos exigirão maior atenção no início do ano permite uma distribuição inteligente de recursos.  Performance em investigações patrimoniais  Checar taxa de êxito, velocidade de resposta e qualidade das informações obtidas é essencial para quem atua com cobrança, execução ou recuperação de ativos.  Ferramentas de automação  Entender se elas realmente reduziram tempo operacional e aumentaram precisão ajuda a definir investimentos futuros.  Compliance e governança de dados  Como 2026 deve intensificar exigências regulatórias, garantir que sua estrutura esteja em conformidade evita riscos jurídicos e reputacionais. Com esse diagnóstico em mãos, o escritório consegue planejar o próximo ano com base em evidências — e não em suposições. Essa abordagem orientada por dados é o que norteia nossas próprias soluções aqui na LEME Forense. Planejamento estratégico: como usar o recesso para construir vantagem competitiva Depois de consolidar o diagnóstico, é hora de estabelecer metas e estratégias. O recesso forense favorece esse processo porque proporciona tempo e foco, permitindo decisões mais estruturadas. 1. Revisão de fluxos operacionais Mapear tarefas repetitivas, identificar falhas e reformular rotinas processuais contribui para reduzir retrabalhos. A transição para o próximo ano se torna mais fluida quando os processos já chegam consolidados. 2. Atualização de ferramentas tecnológicas Avaliar se as soluções utilizadas hoje realmente atendem às demandas do escritório é um passo crucial. Sistemas mais robustos de análise de dados e automação podem otimizar a atuação desde o primeiro dia útil pós-recesso. 3. Capacitação do time O período é ideal para treinamentos internos, workshops e estudo de casos. A equipe retorna mais alinhada, segura e preparada para demandas complexas. No dia 11/12 às 16h, realizaremos o nosso último webinar do ano, será sobre investigação e lucratividade, essa é uma ótima oportunidade para você participar com seu time e já se prepararem para 2026. INSCREVA-SE AQUI  4. Planejamento financeiro para investigações e diligências  O recesso oferece a oportunidade de validar o orçamento anual com base nos custos previstos para monitoramentos, pesquisas patrimoniais e automações — atividades que tendem a crescer nos próximos anos.  5. Reavaliação de políticas internas de compliance  Diante da crescente sofisticação das normas de proteção de dados, é indispensável revisar protocolos, reforçar boas práticas e atualizar controles internos. Dica de leitura: “Os 3 Pilares Essenciais para um Compliance de Sucesso” O papel das tecnologias de inteligência e automação durante o planejamento A cada ano, cresce a demanda por informações rápidas, verificáveis e completas. Em áreas como investigação patrimonial, recuperação de crédito e due diligence, depender apenas de processos manuais tornou-se uma limitação. Durante o recesso, muitos escritórios aproveitam para testar novas tecnologias capazes de integrar bases de dados, cruzar informações e gerar insights que tornam a análise jurídica mais assertiva.  Alguns exemplos de como a tecnologia pode ser usada nesse período:  Revisar relatórios patrimoniais antigos e comparar com novas fontes de dados.  Configurar monitoramentos que já iniciem o ano acompanhando alterações relevantes em CPFs, CNPJs, imóveis, veículos e outras informações críticas.  Integrar automações com sistemas internos para reduzir tarefas manuais. Como transformar o recesso em um período de fortalecimento institucional A soma entre diagnóstico, planejamento anual jurídico e tecnologia leva a um ponto central: fortalecimento institucional. É isso que diferencia escritórios reativos de escritórios estratégicos. Para transformar o recesso em um período realmente produtivo, é fundamental: Registrar decisões e manter um plano de ação claro. Estabelecer metas realistas e mensuráveis.  Garantir que cada membro da equipe compreenda seu papel no plano.  Adotar ferramentas que sustentem essas metas ao longo do ano. Ao fazer isso, o escritório reduz desperdícios, aumenta eficiência e melhora sua capacidade de atuação diante de casos complexos. Conclusão: transforme o recesso em estratégia e conte com a LEME Forense O recesso forense 2025 é mais do que uma pausa: é uma oportunidade de organizar, atualizar e projetar o próximo ciclo com clareza. Ao usar esse período para refinar procedimentos, analisar dados e implementar tecnologias robustas, o escritório inicia o ano mais preparado e competitivo.  Se você quer que 2026 comece com mais precisão, agilidade e segurança jurídica, nossas soluções de inteligência patrimonial, automação e análise de dados podem apoiar todo o seu planejamento.  Fale com nosso time e descubra como podemos fortalecer suas operações desde já.

Preparando seu escritório para 2026: oportunidades e tendências que você não pode ignorar

Preparar seu escritório para 2026 significa mais do que simplesmente ajustar processos internos: é antecipar oportunidades, alinhar-se às tendências jurídicas emergentes e garantir posicionamento estratégico no mercado altamente competitivo.  O ano de 2026 vem acompanhado de uma série de sinais claros de mudança no ambiente jurídico e de negócios que nos acompanham desde meados de 2023, com o boom da inteligência artificial. Os escritórios que se prepararem com antecedência terão vantagem decisiva. Por outro lado, a estagnação diante dessas transformações pode resultar em perda de clientes e relevância. Portanto, compreender as tendências e oportunidades atuais é fundamental para liderar, inovar e destacar-se no segmento.   E já que estamos falando de preparação, vale lembrar: a Black Friday da LEME é a oportunidade do ano para estruturar seu escritório. Acesse aqui e garanta isenção de mensalidade até o fim do recesso jurídico e curso exclusivo. **promoção válida até 30/11/2025  A seguir listamos cinco assuntos que foram temas durante este ano e que no ano vêm vão nos acompanhar, confira e comente qual a sua opinião.  1. A automação e inteligência artificial nos escritórios Uma das principais oportunidades para escritórios jurídicos em 2026 é a incorporação da IA e automação na rotina operacional.   Segundo matéria do jornal Migalhas, mais de 55% dos advogados já utilizam ferramentas de IA generativa em 2025.  Contudo, a adoção da IA traz desafios, como riscos de vieses algorítmicos, erro de contextualização e preocupação com a segurança de dados, todos temas amplamente debatidos nos últimos meses. Instituições como o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a ANPD e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) têm buscado regular e acompanhar esse avanço para garantir que a tecnologia fortaleça a justiça sem comprometer os princípios.  2. O Compliance como pilar de credibilidade O aumento da complexidade regulatória nos âmbitos nacional e internacional demanda uma atuação integrada em compliance. Escritórios que incorporarem práticas consistentes de avaliação e monitoramento de riscos ganham maior credibilidade e atraem maiores e melhores clientes.  Para 2026, destaca-se a importância do compliance estruturado como diferencial competitivo. Isso inclui não somente o alinhamento com as legislações vigentes, mas também a implantação de programas internos, treinamentos constantes e auditorias periódicas que assegurem a prevenção de litígios e indícios de irregularidades.  Destacamos que o mercado jurídico está cada vez mais atento a escritórios com processos robustos de compliance, uma razão para investir na capacitação e na implementação dessas práticas desde já, garantindo o preparo para desafios futuros. Para se aprofundar mais sobre o assunto, baixe o e-book “Compliance 360°: ética, dados e segurança jurídica para o futuro corporativo 3. Direito digital e privacidade de dados A transformação digital impacta diretamente o campo jurídico, especialmente em questões relacionadas à proteção de dados e privacidade. Em um cenário de crescente digitalização das informações, a conformidade com legislações como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) permanece em foco. Para 2026, a atuação especializada em direito digital estará entre as áreas mais demandadas. Escritórios que investirem em conhecimento técnico e ferramentas de análise e mitigação de riscos relacionados a dados e cibersegurança vão se posicionar à frente da concorrência. Assim, capacitar a equipe para atender às exigências atuais e futuras, bem como adotar plataformas que facilitem o compliance cibernético, representa uma excelente oportunidade de crescimento e especialização. 4. Estratégias na investigação patrimonial Outro ponto essencial para preparar seu escritório para 2026 está na evolução das práticas de investigação patrimonial. O aumento das estruturas de blindagem, o uso de terceiros interpostos e a diversificação de ativos demandam técnicas mais sofisticadas, fundamentadas em tecnologia e análise integrada de dados.  Nesse cenário, construir um fluxo de trabalho estruturado que combine cruzamento de bases públicas e privadas, monitoramento contínuo, análise de vínculos e identificação de padrões financeiros — torna-se imprescindível. A agilidade na detecção de movimentações suspeitas e a capacidade de antecipar tentativas de ocultação fortalecem estratégias de recuperação de crédito e ampliam o poder de atuação do escritório em litígios complexos.  Além disso, a capacitação interna ganha protagonismo. Equipes treinadas em tecnologia jurídica, leitura de dados e interpretação de informações financeiras conseguem operar com mais precisão e assertividade, reduzindo retrabalho e elevando a qualidade das entregas. E já antecipando essa demanda de capacitação, no mês que vêm teremos o webinar exclusivo, garanta sua vaga e participe desse bate-papo: Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por LEME Inteligência Forense (@lemeforense) Inscreva-se aqui. 5. A importância de parcerias estratégicas e tecnologia de dados A colaboração com empresas especializadas em tecnologia jurídica, concede acesso a bases de dados e sistemas integrados que facilitam a pesquisa, análise de risco e recuperação de crédito. Isso amplia a capacidade de atuação e oferece diferenciais competitivos concretos.  Em 2026, o relacionamento colaborativo entre escritórios e fornecedores tecnológicos será decisivo para a agilidade na prestação dos serviços e para agregar valor aos clientes, sobretudo em questões complexas que demandam inteligência de dados e inovação. Conclusão: Conduza 2026 com a LEME Antecipar-se às tendências de 2026 exige uma postura proativa e investimento estratégico em tecnologia, compliance, especialização e marketing jurídico. A LEME Forense está preparada para apoiar seu escritório nesta jornada, oferecendo soluções jurídicas avançadas e personalizadas, capazes de transformar desafios em oportunidades reais de crescimento.  Este é o melhor momento para dar o próximo passo: durante a Black Friday da LEME, você garante benefícios exclusivos, como acesso ao treinamento avançado de Investigação Patrimonial e condições especiais para utilizar o SONAR com isenção de mensalidade até o final do recesso forense para estruturar o escritório com mais inteligência e iniciar 2026 milhas à frente no mercado.

O impacto da tecnologia na produtividade de escritórios e departamentos jurídicos 

É impossível ignorar o quanto a tecnologia redefiniu o padrão de eficiência.  Escritórios e departamentos que ainda dependem exclusivamente de processos manuais enfrentam atrasos, perda de qualidade e dificuldade para acompanhar a velocidade das demandas.  Se você quer entender como essa transformação afeta diretamente a produtividade e por que ela já é o novo parâmetro de competitividade, vale seguir a leitura desse artigo. O cenário atual: demandas maiores, menos tempo Os escritórios e departamentos jurídicos lidam com um fluxo de trabalho cada vez mais intenso. O volume de informações é enorme, as decisões precisam ser rápidas e a responsabilidade sobre cada etapa só aumenta. Nesse contexto, depender apenas de métodos tradicionais não funciona mais.  Além disso, a cobrança por resultados é direta: menos processos acumulados, respostas mais rápidas ao cliente interno ou externo e análises mais robustas para orientar decisões. Portanto, quem não integra tecnologia ao fluxo acaba ficando para trás.  No relatório da FGV sobre inovação nos escritórios jurídicos, um levantamento com 400 bancas de advocacia de todos os portes no Brasil revelou que 30% deles criaram áreas para inovar em serviços jurídicos, e 29% disseram que essa criação foi para “implementar ou melhorar sua infraestrutura técnica”. Produtividade jurídica não é sobre “fazer mais”, e sim sobre fazer melhor A produtividade vai além de volume. Ela envolve precisão, qualidade das informações, velocidade e capacidade de prever riscos. Ou seja, não basta acelerar entregas: é preciso entregar com embasamento sólido.  Ferramentas tecnológicas ajudam nessa virada porque:  automatizam tarefas repetitivas;  organizam dados que antes estavam dispersos;  reduzem erros humanos;  fortalecem a rastreabilidade das ações;  deixam o time livre para análises estratégicas. Automação: o primeiro passo para destravar processos A automação é, sem dúvida, a porta de entrada para escritórios mais eficientes. Ela reduz o esforço operacional e padroniza processos de forma segura. Com isso, tarefas que consumiam horas passam a exigir minutos.  Alguns exemplos práticos incluem:  geração automática de documentos recorrentes;  envio de atualizações e notificações internas;  monitoramento contínuo de prazos e movimentações processuais;  centralização de dados sobre partes, empresas e histórico jurídico.  Quando o fluxo operacional é automatizado, o time deixa de “apagar incêndios” e passa a atuar estrategicamente com previsibilidade. Além disso, a automação reduz falhas e aumenta a consistência das entregas.  Apesar dos avanços, a automação jurídica ainda apresenta um nível de adoção intermediário. De acordo com o Censo Jurídico 2023, 58,77% dos escritórios afirmam estar totalmente automatizados, enquanto 25,69% ainda operam sem qualquer software jurídico.  Dados estruturados: o combustível da tomada de decisão moderna Apesar de muitos escritórios reconhecerem a importância dos dados, poucos conseguem extrair deles valor real. A tecnologia transforma esse cenário.  Com dados organizados, atualizados e acessíveis em um só ambiente, o jurídico finalmente consegue:  identificar padrões de comportamento de partes ou devedores;  antecipar riscos financeiros ou reputacionais;  comparar resultados por área, período ou tipo de caso;  construir estratégias com base em evidências, não em suposições.  A estruturação de dados permite que o jurídico atue como área estratégica, oferecendo respostas mais sólidas e alinhadas com o negócio, especialmente em contextos de recuperação de crédito, investigação patrimonial e avaliação de risco operacional. Cultura digital: o fator que sustenta a mudança Nenhuma tecnologia faz milagre sozinha. Para que o ganho de produtividade seja real, os times precisam adotar uma cultura orientada à eficiência, transparência e melhoria contínua.  Novamente o Censo Jurídico 2023 reforça esse cenário ao apontar que 85% dos participantes acreditam que seus escritórios precisam ampliar o investimento em tecnologia para reduzir o esforço operacional e elevar a rentabilidade. Essa percepção mostra que a maioria já entende que eficiência não é consequência apenas de ferramentas, mas de uma mudança estrutural na forma de trabalhar.  Isso envolve:  treinar equipes para uso seguro e estratégico das ferramentas;  revisar fluxos internos e eliminar etapas que não fazem mais sentido;  incentivar colaboração entre jurídico, financeiro e áreas de negócio;  adotar métricas claras de desempenho (KPIs jurídicos).  Com essa virada cultural, o escritório cria uma base sólida para crescer sem aumentar custos operacionais de forma proporcional.  O impacto concreto: mais agilidade, mais precisão, menos risco A soma entre automação, monitoramento inteligente e análise de dados gera efeitos diretos na rotina:  redução drástica do retrabalho;  eliminação de buscas manuais demoradas;  decisões mais rápidas e fundamentadas;  capacidade de lidar com maior volume de demandas sem perder qualidade;  previsibilidade e controle sobre riscos.  Assim, a tecnologia deixa de ser um diferencial e passa a ser o que define quem está preparado para o mercado jurídico atual. Monitoramento inteligente: onde o jurídico ganha vantagem competitiva Se tem uma tecnologia que realmente aumenta a produtividade, é o monitoramento jurídico contínuo. A diferença é imediata. Em vez de buscar informações manualmente, a equipe recebe atualizações automaticamente e consegue agir no momento exato.  Esse movimento já aparece no próprio desempenho do Judiciário. “Em 2024, o Judiciário brasileiro enfrentou um volume recorde de 39,4 milhões de novos processos, mas conseguiu baixar 44,8 milhões, superando a entrada dessas demandas.  O Índice de Produtividade da Magistratura (IPM) cresceu 16,7%, enquanto o Índice de Produtividade do Servidor (IPS-Jud) aumentou 18,3%. Isso resultou na redução da Taxa de Congestionamento Bruta para 64,3%, o menor nível em 16 anos.   Esses avanços são atribuídos principalmente ao combate à litigância abusiva e à adoção de práticas estratégicas, aliadas ao uso intensivo de ferramentas digitais para monitoramento e triagem de processos, configurando uma revolução silenciosa no Judiciário brasileiro” (Justiça em Números 2025, Migalhas).  Esse cenário mostra o quanto o monitoramento deixou de ser opcional e virou necessidade. Estratégia sem dados atualizados vira chute. Estratégia com dados em tempo real vira vantagem competitiva.  É exatamente aqui que o SONAR entra. Nós monitoramos múltiplas fontes públicas e bases comerciais autorizadas para entregar informações qualificadas que aceleram investigações, análises e tomada de decisão. O resultado é direto: escritórios param de atuar de forma reativa e finalmente conseguem antecipar riscos, mapear oportunidades e montar estratégias com mais precisão.  O monitoramento do SONAR ajuda a:  localizar bens antes considerados inacessíveis;  identificar movimentações suspeitas que indicam risco;  acompanhar mudanças em perfis de

Como o SONAR pode ajudar seu escritório a começar 2026

Começar 2026 com uma gestão jurídica mais eficiente não é apenas uma meta, é uma necessidade. Escritórios que desejam se destacar diante das novas demandas do mercado precisam investir em tecnologia que gere inteligência estratégica, otimize tempo e fortaleça a tomada de decisão. É justamente nesse ponto que o SONAR, nossa ferramenta de monitoramento jurídico da LEME Forense, faz diferença: ele transforma dados em oportunidades e reduz o risco operacional de cada processo. O novo cenário da advocacia para 2026 O mercado jurídico está cada vez mais competitivo e orientado por dados. A atuação baseada apenas na experiência e no acompanhamento manual de processos já não é suficiente para garantir vantagem estratégica. Em 2026, a tendência é clara: escritórios que adotam soluções de Legal Intelligence terão maior previsibilidade de resultados, melhor controle de informações e, principalmente, uma visão integrada de todos os seus casos.  Além disso, com o avanço das Legal Operations (LegalOps), o foco passa a ser eficiência: menos tempo gasto em tarefas operacionais e mais energia aplicada à análise jurídica e à estratégia de negócios. A automação e o monitoramento de dados são pilares centrais nesse movimento, e o SONAR foi desenvolvido exatamente para atender a essa nova lógica.  Como o SONAR pode te ajudar O SONAR é uma ferramenta que reúne e atualiza automaticamente dados de diversas fontes públicas e privadas. A ferramenta permite que o escritório visualize, em tempo real, informações sobre processos, movimentações, publicações e riscos relacionados a pessoas físicas ou jurídicas.  Por meio de painéis personalizados, o usuário consegue acompanhar indicadores de performance, filtrar informações por cliente, área ou tipo de ação e identificar padrões relevantes, tudo de forma visual e intuitiva.  Mas o grande diferencial do SONAR vai além da coleta de dados. Ele interpreta as informações para gerar insights estratégicos, mostrando o que está acontecendo, onde estão os maiores gargalos e quais movimentações merecem atenção imediata. Benefícios para o seu escritório Implementar o SONAR significa dar um passo importante rumo à gestão jurídica de alta performance. Confira alguns dos principais ganhos que ele traz:  Acesso rápido e centralizado às informações: Nada de perder tempo com consultas manuais em diferentes sistemas. O SONAR centraliza tudo em uma única plataforma, com dados sempre atualizados e confiáveis.  Detecção de riscos e oportunidades: Com relatórios dinâmicos, o escritório consegue identificar movimentações suspeitas, ações estratégicas de partes contrárias e tendências de desfecho de processos. Isso facilita tanto a defesa quanto a prospecção de novas oportunidades jurídicas.  Eficiência na tomada de decisão: Os dashboards do SONAR apresentam informações claras e comparativas, permitindo que o gestor avalie resultados, mensure produtividade e antecipe cenários críticos.  Redução de falhas e retrabalho: A automação elimina erros humanos na busca por informações e reduz o tempo dedicado a tarefas repetitivas, como conferência de andamentos ou identificação de novas ações.  Integração com a estratégia de negócios: Com dados precisos e organizados, o escritório passa a alinhar a atuação jurídica com os objetivos comerciais, garantindo um posicionamento mais sólido perante clientes e parceiros. Preparando sua empresa para um novo ciclo de resultados A virada do ano é o momento ideal para revisar processos internos, otimizar fluxos de trabalho e adotar tecnologias que entreguem valor real. Em um cenário onde o uso estratégico de dados é determinante, o SONAR se consolida como uma ferramenta essencial para quem busca começar 2026 com vantagem competitiva.  Ao adotar o módulo, o escritório passa a atuar de forma proativa, antecipando riscos e se posicionando com base em evidências, e não apenas em intuições. O resultado é uma gestão mais previsível, organizada e estratégica — o que impacta diretamente na rentabilidade e na satisfação dos clientes. Como o SONAR transforma dados em inteligência jurídica O diferencial do SONAR está na sua capacidade de cruzar informações e identificar padrões comportamentais de partes envolvidas em processos. Isso permite, por exemplo:  Detectar movimentações suspeitas de devedores antes que ativos desapareçam;  Identificar ações correlatas que possam influenciar decisões futuras;  Analisar volumes processuais e índices de sucesso por tipo de causa;  Gerar relatórios para compliance interno e auditorias jurídicas;  Monitorar tendências jurisprudenciais com base em decisões recentes.  Esses recursos tornam o SONAR mais do que uma ferramenta de acompanhamento, ele é um aliado estratégico para quem deseja elevar o padrão de atuação jurídica.  O impacto do monitoramento inteligente no relacionamento com o cliente Escritórios que utilizam dados de forma eficiente ganham um diferencial importante: transparência e previsibilidade. Com o SONAR, é possível apresentar relatórios completos aos clientes, mostrando movimentações em tempo real e análises objetivas sobre cada processo.  Esse tipo de comunicação reforça a confiança e valoriza o trabalho do advogado, que deixa de apenas reagir aos acontecimentos e passa a atuar de forma proativa. Além disso, o acesso rápido às informações reduz o tempo de resposta, o que melhora significativamente a experiência do cliente.  Conclusão: eficiência e inteligência para o novo ciclo jurídico O ano de 2026 será marcado pela consolidação da análise de dados e do monitoramento automatizado como pilares da gestão jurídica moderna. Escritórios que entenderem esse movimento sairão na frente, com mais clareza sobre seus indicadores, maior eficiência operacional e uma estratégia jurídica baseada em evidências.  Com o SONAR, nós da LEME Forense oferecemos a tecnologia necessária para transformar dados em resultados concretos. Se o seu escritório quer começar 2026 com mais controle, agilidade e inteligência estratégica, entre em contato e conheça o SONAR na prática. 

Fenalaw 2025: tendências, soluções e insights do maior evento jurídico do país

A edição da Fenalaw deste ano reuniu, mais uma vez, os principais nomes e soluções do setor jurídico. Estivemos por lá, com o nosso estande, realizando palestras e acompanhando de perto as inovações, os debates e as transformações que estão moldando o futuro da advocacia no Brasil e no mundo. E para entender melhor o que esse encontro revelou sobre o mercado, conversamos com o nosso time que participou ativamente da feira e trouxe uma visão completa sobre as tendências, soluções e insights que marcaram esta edição. Agora queremos compartilhar elas com vocês. Na LEME Forense, acreditamos que acompanhar de perto o movimento do setor é essencial para desenvolver soluções cada vez mais conectadas à realidade dos escritórios e departamentos jurídicos. Um mercado em busca de eficiência e integração Entre os temas mais comentados na Fenalaw 2025, um se destacou: eficiência operacional. Segundo Bianca Silva, do time de Customer Success, há uma clara tendência de otimização do tempo e automação de tarefas repetitivas, principalmente aquelas que desviam o foco do advogado da estratégia jurídica.  “Os profissionais estão buscando ferramentas que reduzam o tempo gasto com tarefas manuais, como buscas patrimoniais e levantamento de jurisprudências, para concentrar esforços na atuação consultiva e na criação de soluções estratégicas”, destacou Bianca.  Essa necessidade reflete um novo posicionamento do mercado: o foco agora está em organizar processos, centralizar informações e eliminar gargalos. A tecnologia tem servido como suporte, mas o objetivo final é outro, ter mais tempo para pensar estrategicamente e prestar um atendimento mais personalizado. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por LEME Inteligência Forense (@lemeforense) Soluções que simplificam, não complicam Durante o evento, ficou claro que as empresas jurídicas estão priorizando soluções integradas, que resolvam múltiplas demandas em um só ambiente. Para Lucas Kaehler, gestor do time comercial, esse é um dos diferenciais que tornam a LEME Forense referência no mercado.  “Enquanto outras plataformas exigem o uso de vários sistemas separados, nós oferecemos um ecossistema único. O usuário acessa tudo em um só lugar e não precisa lidar com valores altos nem com complexidades técnicas desnecessárias”, explicou.  Essa centralização foi um ponto forte discutido na Fenalaw: o profissional jurídico moderno quer informação rápida, acessível e confiável, sem precisar alternar entre ferramentas ou realizar múltiplos cadastros.  Mudança de mentalidade no setor jurídico  Um dos pontos levantados por Virgilio Neto, analista de parcerias e comercial, é que o evento mostrou uma mudança cultural significativa no setor. O mercado jurídico, tradicionalmente mais formal e resistente à inovação, está se abrindo para uma atuação mais ágil, colaborativa e estratégica.  “O foco agora é produtividade. Os profissionais estão valorizando soluções que acelerem fluxos de trabalho e reduzam margens de erro, mas sem perder a qualidade técnica”, observou Virgilio. Essa transição indica que a tecnologia deixou de ser vista como ameaça e passou a ser uma aliada. Ela não substitui o advogado, mas o ajuda a entregar mais valor — e isso ficou evidente nas conversas e demonstrações durante a feira. Novos olhares sobre gestão e relacionamento Outro ponto forte destacado por Leonardo Botelho, head de investigação, foi o crescimento do interesse por ferramentas voltadas à gestão de relacionamento com clientes (como os CRMs), algo que até pouco tempo atrás era restrito a setores comerciais.  “Vi muitas empresas apostando em soluções de CRM, visual law e gestão documental. São práticas que antes não faziam parte da rotina jurídica, mas que agora ajudam os escritórios a se aproximarem mais dos clientes e entregarem um atendimento mais humanizado”, contou Leonardo. Essas ferramentas estão ganhando espaço porque ajudam o advogado a entender melhor as demandas de seus clientes, a gerir o volume de informações com mais clareza e a criar uma experiência mais próxima e personalizada. Insights que definem o futuro próximo “Os participantes querem novidades e dados em tempo real, tudo em um só lugar. A praticidade é o que mais chama atenção”, destacou Lucas Kaehler.  Além das tendências e das soluções, o evento também trouxe reflexões importantes. O público na Fenalaw mostrou que os profissionais estão cada vez mais em busca de informações centralizadas, rápidas e confiáveis.  Essa percepção reforça o papel da LEME Forense em oferecer uma plataforma que consolida diferentes frentes de atuação jurídica em um só ambiente, com módulos que vão desde a busca de imóveis e relatórios de integridade até o monitoramento de falências e recuperações judiciais. Expectativas para 2026 A Fenalaw de 2025 deixou claro que o setor jurídico está em um momento de adaptação acelerada. O profissional que se destacará daqui pra frente será aquele que souber equilibrar conhecimento técnico e visão estratégica.  Para Bianca Silva, a próxima edição do evento deve reforçar esse movimento.  “Acho que o perfil do advogado tradicionalista está mudando. Em 2026, veremos um mercado ainda mais orientado por dados, com profissionais que unem domínio jurídico e visão de negócios.”  Virgilio Neto complementa:  “Esperamos soluções cada vez mais integradas, que conectem diferentes áreas do direito e simplifiquem o trabalho diário dos advogados.”  Leonardo Botelho finaliza com uma visão otimista:  “O mercado jurídico está perdendo o medo de inovar. Em 2026, a Fenalaw deve ser ainda maior, com ferramentas que realmente facilitem o dia a dia dos profissionais e devolvam tempo para o que mais importa: o atendimento humano e estratégico.”  A Fenalaw 2025 confirmou que o futuro do jurídico passa pela integração, eficiência e gestão inteligente do tempo. A advocacia está evoluindo, e quem se adapta sai na frente.  Na LEME Forense, seguimos acompanhando de perto essa transformação e desenvolvendo soluções que unem tecnologia e estratégia, sempre com o mesmo propósito: tornar o trabalho jurídico mais eficiente, seguro e inteligente.  Se o seu escritório busca atuar com mais controle e produtividade, fale com a nossa equipe. Estamos prontos para te ajudar a transformar informação em decisão. 

Agronegócio brasileiro em alerta: o impacto do aumento das dívidas

O agro sempre vai ser um dos pilares da economia brasileira, mas os últimos anos trouxeram um cenário que preocupa produtores, investidores e credores. O crescimento expressivo das dívidas do setor acendeu um alerta sobre a sustentabilidade financeira das operações e a capacidade de pagamento de diversos agentes.  Em momentos como esse, informações precisas e inteligência de dados tornam-se essenciais, e é exatamente isso que oferecemos, com soluções que apoiam análises de risco, monitoramento de crédito e prevenção de perdas no agronegócio.  A escalada das dívidas no campo O crédito rural sempre teve papel central no desenvolvimento do agronegócio, viabilizando investimentos em tecnologia, insumos e expansão produtiva. No entanto, a soma das operações de crédito cresceu de forma significativa nos últimos ciclos, enquanto o retorno financeiro foi afetado por fatores externos — como oscilações cambiais, aumento do custo de produção e condições climáticas adversas.  De acordo com dados recentes do Banco Central, o saldo das operações de crédito rural ultrapassa a marca de R$ 1 trilhão. Parte relevante dessas operações encontra-se concentrada em poucos segmentos, como soja, milho e pecuária. Embora a expansão de crédito tenha estimulado a produção, ela também ampliou a exposição a riscos de inadimplência e endividamento.  Além disso, o aumento das taxas de juros e a queda dos preços internacionais de commodities reduziram as margens de lucro. O resultado é um número crescente de produtores e empresas do setor enfrentando dificuldades para honrar compromissos financeiros, o que já reflete nos índices de recuperação judicial no agro. Impactos diretos e indiretos do endividamento O aumento das dívidas no agronegócio afeta muito mais do que o fluxo de caixa de um produtor. Ele repercute em toda a cadeia: cooperativas, tradings, bancos e fornecedores de insumos também sentem os efeitos. A inadimplência compromete contratos, atrasa pagamentos e pode gerar um efeito dominó de desequilíbrio financeiro.  Outro impacto importante é a perda de credibilidade junto às instituições financeiras. Empresas com histórico de endividamento elevado tendem a enfrentar restrições de crédito, o que limita novos investimentos e reduz a competitividade no mercado internacional.  A insegurança jurídica também cresce, especialmente em casos de recuperação judicial ou renegociação de dívidas complexas. A falta de transparência sobre o patrimônio, o uso de garantias cruzadas e a ausência de um monitoramento efetivo do risco tornam o processo ainda mais delicado, e é aqui que entra a importância da análise e da jurimetria aplicada. O papel da análise de risco e da jurimetria no setor agro Decisões precisam ser embasadas em dados confiáveis e em uma visão jurídica estruturada.  Na LEME Forense, desenvolvemos soluções que unem tecnologia e inteligência de dados para apoiar instituições financeiras e empresas do agronegócio na gestão de risco e no processo decisório. A partir do cruzamento de dados públicos e privados, análises cadastrais, investigações patrimoniais e monitoramento contínuo de processos judiciais, é possível mapear sinais de alerta e antecipar movimentos de inadimplência ou insolvência.  Com esse tipo de abordagem, nossos parceiros têm acesso a relatórios completos que indicam não apenas o volume de dívidas de um determinado agente, mas também a origem, os vínculos empresariais e as garantias envolvidas. Essa visão integrada é fundamental para definir estratégias de cobrança, renegociação ou cessão de crédito.  Quer entender como essa tecnologia está mudando o setor? Leia no artigo “Entenda o que é uma legaltech e como ela acelera resultados jurídicos”. Recuperação judicial no campo: o novo desafio Nos últimos anos, o número de pedidos de recuperação judicial por empresas ligadas ao agronegócio aumentou de forma considerável. Embora a legislação tenha avançado com regras específicas para o setor, muitos produtores ainda encontram dificuldades em comprovar a viabilidade econômica e reorganizar passivos.  De acordo com levantamento da Serasa Experian, em 2024 o setor do agronegócio registrou 1.272 pedidos de recuperação judicial, mais que o dobro dos 534 pedidos de 2023. Conacredi 2025 E para debater de perto os desafios e oportunidades do crédito no agronegócio, estaremos presentes na Conacredi 2025, o principal evento nacional do setor de crédito e cooperativismo. O encontro acontece nos dias 12 e 13 de novembro, em São Paulo, no Centro de Convenções Frei Caneca.  Durante o evento, vamos apresentar nossas soluções de análise de risco, jurimetria e monitoramento inteligente, mostrando como a tecnologia pode transformar a forma como o crédito é concedido e gerido no agronegócio. Será uma oportunidade única para trocar experiências com especialistas e conhecer de perto as inovações que estão redefinindo o mercado. Ingressos já estão à venda no site oficial da Conacredi. Estamos te esperando!  Rumo a um agronegócio mais sustentável e transparente O futuro do agronegócio brasileiro depende não apenas de produtividade, mas de gestão de risco e governança. Em um cenário de endividamento crescente, quem domina informações e aplica inteligência jurídica sai à frente.  Ao integrar tecnologia, análise de dados e conhecimento legal, é possível fortalecer a confiança no setor, proteger investimentos e garantir que o crédito chegue a quem realmente tem capacidade de honrar compromissos.  Se sua instituição atua com crédito rural, investimentos ou assessoria jurídica no agronegócio, conte conosco. Na LEME Forense, temos soluções para análise de risco, monitoramento de processos e investigação patrimonial, tudo para dar mais segurança às suas decisões.

Como o Ferreira e Chagas Advogados otimizou a recuperação de crédito com o SONAR

A recuperação de crédito é uma das áreas mais desafiadoras do Direito Empresarial. A complexidade das relações entre empresas, pessoas físicas e ativos espalhados em diferentes jurisdições exige mais do que apenas conhecimento jurídico — demanda inteligência estratégica e tecnologia. Foi justamente essa combinação que marcou a parceria entre o Ferreira e Chagas Advogados e a LEME Forense, por meio da Plataforma SONAR, ferramenta desenvolvida para transformar o processo de investigação patrimonial e gestão de recuperações judiciais em algo ágil, assertivo e completo.  É sempre um prazer trazer um exemplo de sucesso dos nossos clientes. Eles são o objetivo de todo nosso trabalho e esforço do time da LEME Forense.  Se a sua atuação jurídica também precisa de dados e informações precisas, leia o case abaixo sobre nosso cliente e veja se você também se identifica. O perfil do Ferreira e Chagas Advogados O Ferreira e Chagas Advogados é um escritório de atuação abrangente, reconhecido por sua atuação estratégica na área de cobrança e recuperação de crédito. Com uma equipe estruturada, e diversos filiais em diferentes regiões do país, ele atende empresas de médio e grande porte, com foco na recuperação de valores de alta complexidade e volume expressivo.  A área de recuperação é um dos pilares do escritório, responsável por uma fatia significativa de suas operações jurídicas. A equipe dedica-se à cobrança judicial e extrajudicial, atuando de forma consultiva e contenciosa, com base em estratégias que combinam técnica jurídica e análise de dados. Os desafios antes da adoção do SONAR Antes de contratar a plataforma, o Ferreira e Chagas enfrentava desafios comuns a escritórios que atuam intensamente com recuperação de crédito em escala. Um dos principais gargalos estava no processo de investigação patrimonial, que era feito de forma manual e dependia da consulta a diferentes plataformas, cada uma oferecendo dados fragmentados.  Essa falta de centralização tornava a rotina mais lenta e dificultava a elaboração de estratégias processuais precisas. Além disso, o tempo investido na coleta e cruzamento de informações reduzia a produtividade da equipe e, muitas vezes, atrasava decisões importantes para garantir a efetividade da cobrança.  Outro ponto crítico era a dificuldade em identificar rapidamente vínculos entre pessoas físicas e jurídicas, o que limitava a capacidade de traçar um mapa patrimonial completo do devedor. Essa ausência de visão ampla aumentava o risco de ações judiciais pouco eficientes e tornava mais complexa a comunicação com os credores, que demandam respostas rápidas e assertivas.  Em resumo, o escritório precisava de uma solução que unisse profundidade analítica e agilidade operacional, e foi nesse ponto que o SONAR entrou como um divisor de águas. O impacto do SONAR na operação do escritório A integração do SONAR à rotina do Ferreira e Chagas Advogados trouxe uma mudança na forma como a equipe pesquisa as informações para as investigações. A ferramenta passou a concentrar, em um único ambiente, as informações essenciais para embasar decisões estratégicas e otimizar o fluxo de trabalho.  Com o uso do Mapa de Relacionamentos, um dos recursos mais avançados da plataforma, o escritório conseguiu visualizar conexões entre pessoas físicas, empresas e vínculos societários.  Nos primeiros meses de utilização, foram realizadas 185 buscas via Mapa de Relacionamentos. Em uma única carteira de credores, por exemplo, o escritório fez 25 buscas de empresas devedoras, identificando 11 filiais; e 33 buscas de pessoas físicas, das quais 12 apresentavam participações societárias.  Esses dados permitiram uma análise mais completa da estrutura patrimonial dos devedores e possibilitaram a criação de estratégias processuais sob medida, com base em informações concretas e verificáveis.  Além dos ganhos práticos, o escritório também experimentou uma melhora perceptível na organização e previsibilidade dos resultados. A equipe passou a direcionar seus esforços com base em dados confiáveis, reduzindo o retrabalho e aumentando a taxa de êxito nas ações. Eficiência com base em dados O uso do SONAR permitiu ao Ferreira e Chagas Advogados migrar de um modelo de operação reativo para uma atuação verdadeiramente estratégica. A tecnologia passou a ser um braço de apoio à inteligência jurídica, reduzindo o tempo de análise, ampliando o alcance investigativo e garantindo vantagem competitiva em um setor onde informação é poder. Essa transformação demonstra como escritórios que adotam soluções tecnológicas conseguem ir além da simples gestão de processos: eles passam a dominar o contexto patrimonial dos devedores, atuando de forma preventiva e com maior previsibilidade sobre o desfecho das ações.  O sucesso do Ferreira e Chagas Advogados com o SONAR mostra que a tecnologia é o novo alicerce da eficiência jurídica. Se o seu escritório também busca mais agilidade, precisão e resultados na recuperação de crédito, conheça a LEME Forense e descubra como o SONAR pode transformar a sua atuação jurídica. Acesse lemeforense.com.br e fale com nosso time.