Contencioso estratégico: do processo ao recebimento

O contencioso estratégico surge como uma resposta direta a esse cenário, ao reposicionar o processo judicial como um meio para atingir um objetivo maior: o efetivo recebimento do crédito. Com o apoio de inteligência de dados e soluções desenvolvidas pela LEME Forense, é possível conduzir o contencioso com foco em resultado, previsibilidade e eficiência ao longo de toda a jornada do crédito. O que caracteriza um contencioso estratégico Diferentemente do contencioso tradicional, focado na condução formal do processo, o contencioso estratégico envolve uma atuação planejada, orientada por indicadores e alinhada aos objetivos do cliente. Isso significa analisar o caso antes mesmo do ajuizamento, considerando fatores como perfil do devedor, histórico patrimonial, risco de insolvência e possibilidade real de recuperação.  Essa abordagem permite, por exemplo, decidir se vale a pena litigar, negociar ou adotar medidas preventivas. Além disso, contribui para a priorização de demandas com maior potencial de retorno, evitando o desperdício de tempo e recursos em processos de baixa efetividade.  Nesse modelo, o advogado deixa de ser apenas um operador do processo e passa a atuar como gestor de risco e estrategista jurídico, com foco em resultado mensurável. Da fase cognitiva à execução: onde a estratégia começa Um dos erros mais comuns no contencioso é concentrar a estratégia apenas na fase de execução. No entanto, no contencioso o planejamento começa ainda na fase cognitiva. A forma como a ação é estruturada, os pedidos formulados e as provas produzidas impactam diretamente a viabilidade futura da execução.  Por isso, é essencial que o processo já nasça com uma visão clara sobre o patrimônio, a existência de grupos econômicos, possíveis manobras de blindagem e a localização de ativos. Antecipar esses fatores reduz surpresas e aumenta significativamente as chances de êxito no recebimento.  Ao longo do texto processual, escolhas aparentemente técnicas. Como o polo passivo, a fundamentação jurídica e a delimitação do valor da causa, assumem papel estratégico quando conectadas a uma análise patrimonial consistente.  Investigação patrimonial como pilar do contencioso estratégico Não há contencioso estratégico sem investigação patrimonial.  A recuperação de ativos depende, da existência e localização de bens penhoráveis. Assim, atuar sem mapear o patrimônio do devedor é assumir um risco elevado, muitas vezes desnecessário.  A investigação patrimonial permite identificar ativos ocultos, vínculos societários, movimentações suspeitas e estruturas utilizadas para frustrar a execução. Com isso, o jurídico consegue direcionar pedidos judiciais mais assertivos, como desconsideração da personalidade jurídica, inclusão de terceiros no polo passivo ou medidas constritivas mais eficazes.  Na LEME Forense, desenvolvemos soluções que centralizam dados públicos, históricos processuais e informações patrimoniais em relatórios analíticos, apoiando decisões estratégicas ao longo de todo o ciclo do processo.  Gestão do contencioso como pilar da estratégia Sem controle, visibilidade e organização das informações, não há estratégia possível. É fundamental saber quantos processos estão ativos, em quais fases se encontram, quais valores estão envolvidos e, principalmente, qual é a expectativa real de recuperação de cada crédito.  Nesse ponto, a adoção de práticas de legal ops torna-se indispensável. O uso de indicadores, padronização de fluxos e integração entre áreas contribui diretamente para o aumento da eficiência operacional do departamento jurídico. Além disso, uma gestão estruturada permite priorizar esforços em demandas com maior potencial de retorno, evitando o desperdício de tempo e recursos. A soluções que oferecemos permitem acesso estruturado a dados públicos, monitoramento contínuo e organização das informações relevantes para o contencioso. Essa base tecnológica fortalece a atuação estratégica, reduz riscos operacionais e amplia a capacidade analítica dos times jurídicos.  Ao integrar tecnologia e legal ops, o contencioso deixa de ser reativo e passa a ser propositivo, alinhado aos objetivos financeiros da organização. Acordos e negociação como ferramentas de eficiência A decisão de negociar deve ser baseada em dados objetivos, como capacidade financeira do devedor, localização de bens e custo do tempo. Quando conduzida de forma técnica e estratégica, a negociação fortalece a posição do credor e aumenta a taxa de recuperação dos recebíveis. O crescimento da inadimplência exige uma mudança de mentalidade na recuperação de recebíveis. O contencioso estratégico permite essa virada ao integrar informações jurídicas, financeiras e patrimoniais em uma única análise.  Com isso, a empresa passa a compreender melhor sua carteira de créditos, identificar padrões de risco e definir estratégias diferenciadas para cada perfil de devedor. Essa visão integrada reduz perdas, aumenta a previsibilidade e contribui para uma gestão mais sustentável do crédito. Do processo ao recebimento: uma escolha estratégica Ir do processo ao recebimento exige mais do que técnica jurídica. Exige estratégia, dados e uma gestão do contencioso orientada a resultado. O contencioso estratégico conecta cobrança extrajudicial, cobrança judicial, negociação, acordos e tecnologia em uma lógica única, focada na recuperação efetiva dos recebíveis.  Juntando as nossas expertises, as do seu escritório com a nossas soluções, é possível transformar o contencioso em um instrumento de valor, previsibilidade e eficiência. Quando a estratégia certa encontra os dados certos, o processo deixa de ser apenas um número e passa a ser resultado.  Convite para se aprofundar mais sobre o tema conosco Neste mês realizaremos um webinar com o tema deste artigo, com foco para aprofundar este conhecimento na prática. Será no dia 24/02 às 16h, garanta já sua vaga:  Inscreva-se aqui Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por LEME Inteligência Forense (@lemeforense)

Legaltech em 2026: o que podemos esperar

O setor jurídico entrou definitivamente em uma nova fase. Em 2026, a discussão já não gira em torno de se a tecnologia deve ser adotada, mas como ela será utilizada para reduzir riscos, aumentar previsibilidade e sustentar decisões estratégicas.  Em um ambiente marcado por alto volume de dados, pressão por eficiência e crescente complexidade regulatória, soluções tecnológicas deixaram de ser acessórios. E é nesse contexto que a desenvolvemos esse artigo, com o objetivo de analisar como esse novo momento na era do Direito 5.0 vai impactar este novo ano, venha conosco nessa “leitura do futuro”. O amadurecimento do ecossistema legaltech Nos últimos anos, o mercado de legaltechs deixou a fase experimental. Em 2026, essa maturidade se consolida. Segundo análise publicada pelo Law Innovation, as principais tendências tecnológicas indicam que ferramentas jurídicas digitais passaram a ocupar funções centrais na gestão de informações, análise de riscos e organização de fluxos de trabalho.  Esse movimento não acontece por acaso. O crescimento do volume processual, a multiplicação de obrigações regulatórias e a exigência por respostas mais rápidas tornaram inviável a manutenção de estruturas manuais ou fragmentadas. O resultado é claro: quem não evolui tecnologicamente passa a operar com maior risco e menos controle. Inteligência artificial aplicada ao Direito: de apoio operacional a ativo estratégico Entre as tendências mais relevantes para este ano está o uso mais sofisticado da inteligência artificial (IA). Deixa de ser apenas uma ferramenta de automação e passa a atuar apoiando a leitura de grandes bases de dados, a identificação de padrões e a construção de análises preditivas.  Na prática, isso significa substituir decisões baseadas apenas em histórico imediato ou percepção subjetiva por análises mais objetivas, sustentadas por dados. Para o jurídico, o impacto é: menos manualidade, mais previsibilidade e maior capacidade de antecipar cenários críticos.  Ainda assim, a tecnologia não elimina o papel do profissional. O valor está justamente na combinação entre capacidade técnica e interpretação estratégica das informações geradas pelos sistemas. Advocacia 5.0 e a mudança de mentalidade O conceito de Advocacia 5.0, como mostrado pelo Portal JurisTec, reforça um ponto central: o maior desafio do setor jurídico não é tecnológico, mas cultural (Advocacia 5.0: os desafios de 2026).  A adoção de ferramentas, por si só, não garante relevância. O mercado passa a exigir mais do que produtividade. Exige clareza estratégica, consistência técnica e capacidade de gerar impacto real nas decisões de negócio. Nesse cenário, o jurídico deixa de ser apenas executor e assume um papel consultivo, orientado por dados. Dados jurídicos como ativos valiosos Outro ponto decisivo para este ano é a valorização dos dados jurídicos como ativos estratégicos. Informações antes dispersas passam a ser organizadas, analisadas e utilizadas de forma estruturada.  A capacidade de cruzar dados jurídicos influencia diretamente a qualidade das decisões. Ferramentas de jurimetria, relatórios analíticos e sistemas de monitoramento permitem antecipar riscos e estruturar estratégias com maior segurança. Assim, o jurídico passa a atuar de forma preventiva.  Eficiência operacional como fator de redução de risco A automação de processos jurídicos segue como uma das principais alavancas de eficiência em 2026. Soluções voltadas à gestão documental, controle de prazos e integração de ferramentas reduzem falhas humanas e aumentam a rastreabilidade das informações.  Esse ganho operacional vai além da economia de tempo. Ele impacta diretamente a redução de riscos jurídicos, financeiros e reputacionais, especialmente em estruturas complexas e de alto volume.  O novo perfil do profissional jurídico O Portal JurisTec destaca que a Advocacia 5.0 exige um novo perfil profissional. Além do domínio técnico, tornam-se indispensáveis competências como leitura de dados, compreensão de tecnologia aplicada ao Direito e capacidade de análise estratégica.  Vale ressaltar, daqui para frente, o profissional jurídico relevante será aquele capaz de interpretar informações e utilizar ferramentas para transformar dados em decisões e comunicar riscos de forma clara e precisa.  Governança, ética e responsabilidade no uso da tecnologia Cresce a necessidade de governança e controle. O uso inadequado da tecnologia pode gerar riscos jurídicos e reputacionais significativos.  Por isso, uma das tendências para este ano é o fortalecimento de modelos de governança tecnológica, com foco em transparência, segurança da informação e conformidade regulatória.  Saiba por onde começar O cenário de 2026 deixa uma mensagem bem clara: o futuro do Direito pertence a quem consegue integrar tecnologia, dados e pensamento estratégico. Legaltechs deixam de ser suporte e passam a ocupar posição central na gestão de riscos e na tomada de decisão.  Nesse contexto, você e sua equipe vão precisar de ferramentas e parceiros de confiança para acompanhar sua jornada durante o ano.  E é com esse pensando que desenvolvemos a nossas soluções: coletamos, organizamos e fazemos o cruzamento de dados públicos, transformando informações dispersas em relatórios técnicos, bases consolidadas e informações verídicas para apoiar a sua tomada de decisão.  Se a sua equipe busca mais controle, eficiência e inteligência de dados na gestão jurídica ao longo de 2026, o primeiro passo é iniciar essa conversa.  Entre em contato com nossos especialistas: +55 41 99281-9365 contato@lemeforense.com.br Estamos no aguardo para apoiar você e sua equipe neste ano que exige cada vez mais dados, visão e precisão.

Grupos econômicos ocultos: principais aprendizados do nosso webinar

Identificar grupos econômicos ocultos deixou de ser um diferencial estratégico e passou a ser uma exigência prática para quem atua na execução, especialmente no cenário atual. Foi exatamente esse o foco do webinar realizado em 15 de janeiro, no nosso canal do YouTube, com mediação de Leonardo Botelho, Head do nosso time de Inteligência, e participação especial de Danilo Diniz, Diretor do TRT da 18ª Região, servidor há mais de 13 anos, professor e referência nacional em investigação patrimonial.  Desde o início do encontro, ficou claro que estamos falando de um tema sensível. Como destacou Danilo Diniz, “o tema mais importante para execução nesse ano”. Isso porque a dinâmica empresarial mudou, a esfera trabalhista se transformou e, como consequência direta, o trabalho do advogado também precisou evoluir.  Ao longo do webinar, debatemos o que caracteriza, na prática, um grupo econômico oculto, onde concentrar esforços investigativos, como diferenciar grupo econômico de blindagem patrimonial e qual o papel dos dados públicos e da tecnologia nesse processo. A seguir, reunimos os principais aprendizados. O que caracteriza, na prática, um grupo econômico — além do que está no papel? Durante muito tempo, a identificação de grupo econômico esteve restrita à análise formal dos contratos sociais e à busca por identidade de sócios. Contudo, essa abordagem já não responde à realidade atual. Hoje, o devedor “sofisticado” estrutura suas operações de forma fragmentada justamente para dificultar a persecução patrimonial.  Nesse sentido, Danilo Diniz foi direto ao alertar que “temos que aprender a identificar e se proteger e se antecipar a esse devedor caloteiro, que possa se valer de uma estrutura artificial, só para blindar o patrimônio dele”. Ou seja, o foco da investigação não pode se limitar ao que está formalizado, mas precisa alcançar o que foi intencionalmente ocultado.  A lógica mudou. Se antes o centro da apuração estava na identidade societária, hoje o olhar deve ser mais amplo e atento ao comportamento empresarial.  Como consequência, o papel do advogado também se transforma. Nas palavras de Danilo, “além de advogado, você vai ter que virar um investigador”. Na prática, isso significa buscar sinais indiretos de integração:  Atividades no mesmo endereço  Dados cadastrais compartilhados  Telefones  E-mails semelhantes  Identidade visual próxima; uso das mesmas cores  Nomes parecidos  Funcionários ou gerentes em comum   Todos esses podem ser indícios relevantes.  Isoladamente, podem parecer frágeis. Em conjunto, constroem um quadro probatório. Sugestão de leitura complementar: Como encontrar grupos ocultos com o SONAR Onde dedicar esforços na execução Identificar indícios é apenas o primeiro passo. O verdadeiro desafio está em provar a existência do grupo econômico oculto. Um dos pontos mais enfatizados no webinar foi a necessidade de estruturar a investigação desde o início da execução, de forma estratégica e contínua.  Um ponto relevante diz respeito às falsas aparências de encerramento das atividades. Muitas empresas demitem funcionários e reduzem operações visíveis, mas continuam atuando por meio de outras pessoas jurídicas. Nesses casos, é indispensável aprofundar a investigação e treinar o olhar para identificar abuso da personalidade jurídica ou desvio de finalidade.  É exigido que o advogado saiba demonstrar, de forma clara, a estrutura empresarial criada para dificultar a satisfação do crédito. Caso contrário, como alertou Danilo Diniz, “o devedor vai abrir um champanhe se você não for atrás dessas informações”.  Como boa prática, Danilo aconselhou a construção de um dossiê do devedor. Esse material deve ser iniciado no começo do processo e constantemente atualizado. Segundo ele, esse dossiê funciona como uma bússola, orientando decisões estratégicas, pedidos ao juízo e a própria condução da execução. Quais as principais diferenças entre grupo econômico e blindagem patrimonial? Embora distintos do ponto de vista conceitual, grupo econômico e blindagem patrimonial frequentemente se confundem na prática. Estruturas empresariais podem ser montadas para fragmentar ativos, confundir credores e dificultar a responsabilização patrimonial.  Um exemplo recorrente citado no webinar é aquele em que uma empresa concentra a atividade econômica, enquanto outra aparece formalmente como titular dos bens ou responsável pelas obrigações.  Em muitos casos, essa separação é apenas aparente, funcionando como uma cortina de fumaça. Como alertou Danilo Diniz, “a empresa X é quem toca o negócio, mas na hora da cobrança aparece o nome de outra empresa, e, muitas vezes, isso é só para confundir o credor”.  Por isso, é necessário observar quem exerce o controle efetivo, como circulam os recursos e qual é a finalidade real das estruturas criadas. Nesse ponto, a investigação patrimonial se mostra indispensável para sustentar pedidos de redirecionamento da execução e afastar “artimanhas” criadas apenas para ocultar patrimônio. Dados públicos hoje ajudam ou atrapalham? A entrada da LGPD trouxe novos desafios ao acesso à informação, mas não inviabilizou a investigação patrimonial, esclareceu Diniz.  Ainda existe um volume expressivo de dados públicos disponíveis. O diferencial está na forma como esses dados são tratados. Durante o webinar, ficou evidente que a tecnologia é uma aliada indispensável. Ferramentas como o SONAR, utilizam dados abertos e os cruzam com inteligência, entregando informações que muitas vezes não aparecem nem mesmo em ferramentas judiciais tradicionais.  Danilo Diniz foi categórico ao afirmar que “Eu sempre falo para os meus alunos, hoje não tem nada melhor do que a LEME Forense, principalmente para identificar grupo econômico”. O valor não está apenas no acesso aos dados, mas na capacidade de transformá-los em informação, organizada e acionável. Mapa de Calor: onde olhar primeiro Um dos momentos finais do webinar foi feita a demonstração do Mapa de Relacionamentos do SONAR, conduzida por Leonardo Botelho. A visualização gráfica das conexões empresariais facilita a compreensão de estruturas complexas e acelera a tomada de decisão. Como foi definido por Danilo, “esse mapa é ouro”. Ele permite identificar indícios em todo o território nacional, evitando investigações limitadas a um único estado ou comarca.  Nesse contexto, o convidado destacou:   “muitas vezes o advogado está investigando uma empresa de São Paulo e limita a pesquisa ao próprio estado. O mapa de calor rompe essa lógica, porque revela indícios em todo o território nacional, inclusive situações em que uma empresa sediada em São Paulo possui bens ou terras registradas em Goiás, por exemplo”  Durante o webinar foram apresentados alguns casos vistos pelos especialistas, como:  Exemplo prático 1: foi possível identificar mais de 40 empresas registradas no mesmo endereço, o que revelou um forte indício de compartilhamento de estrutura operacional e possível criação de pessoas jurídicas

Como encontrar grupos ocultos com o SONAR

Na prática da execução, o maior desafio já não é encontrar informação, mas saber onde olhar, como cruzar dados e, principalmente, como comprovar juridicamente a existência de um grupo econômico oculto. Ao longo deste artigo, reunimos um passo a passo para usuários do SONAR de quais módulos da plataforma utilizar para encontrar informações sobre grupos ocultos, veja a seguir. Passo 1: defina o objetivo Antes de iniciar qualquer pesquisa no SONAR, o primeiro passo é definir com clareza qual é o objetivo da investigação. A análise busca ampliar o polo passivo? Sustentar um pedido de desconsideração da personalidade jurídica? Identificar corresponsáveis patrimoniais na execução?  Essa definição não é apenas estratégica, mas técnica. Investigações sem hipótese clara geram excesso de dados. No contexto jurídico, método é o que separa informação de prova. Objetivo definido? Vamos a frente. Passo 2: inicie pelo Mapa de Relacionamentos O Mapa de Relacionamentos é o ponto de partida da investigação no SONAR. A partir da pesquisa do devedor principal, pessoa física ou jurídica, a plataforma realiza uma varredura automática em busca de vínculos relevantes.  Ao acionar o indício de grupo econômico, o sistema passa a identificar pessoas físicas e jurídicas que compartilham dados sensíveis com o alvo analisado, especialmente:  Endereço  Telefone  E-mail  Esses elementos funcionam como indícios iniciais e orientam o aprofundamento da análise. Passo 3: escolha entre Scanner ou Dossiê conforme a estratégia Com os primeiros vínculos identificados, o próximo passo é definir qual ferramenta utilizar para aprofundar a investigação: Scanner ou Dossiê.  Essa escolha depende do estágio da análise e do grau de complexidade da estrutura investigada.  Utilize o Scanner para análise conjunta de múltiplos alvos  O Scanner permite a pesquisa de mais de uma pessoa em um único pedido, oferecendo uma visão integrada das relações existentes.  Ele é indicado quando:  Há suspeita de grupo econômico amplo  Existem vínculos cruzados entre pessoas físicas e jurídicas  O objetivo é evitar análises fragmentadas  Por isso, no contexto de grupos econômicos ocultos, o Scanner costuma ser a ferramenta mais eficiente na fase exploratória.  Utilize o Dossiê para aprofundamento individual  O Dossiê é indicado quando a investigação exige foco em um único alvo. Cada solicitação corresponde a uma pessoa física ou jurídica, permitindo organização e aprofundamento das informações.  Ele é especialmente útil quando:  O grupo econômico já está parcialmente delimitado  A estratégia exige robustecer a prova contra um agente específico  Os dados serão utilizados diretamente na instrução processual  Scanner e Dossiê são ferramentas essenciais dentro da lógica investigativa.  Passo 4: consolide a investigação com o módulo de certidões Após identificar e validar os vínculos, a investigação precisa avançar para a fase documental. O módulo de certidões é essencial para:  Conferir a factualidade das informações levantadas  Ter todos os documentos como provas  Sustentar pedidos e teses processuais Sem essa etapa, a investigação permanece apenas no campo indiciário. Caminho para pesquisa por grupos ocultos Mapa de relacionamentos —> Scanner ou Dossiê —> Certidões  Identificar grupos econômicos ocultos não depende apenas de acesso à informação, mas de método, leitura técnica e documentação válida. Quando o SONAR é utilizado de forma estratégica, você vai transformar dados dispersos em argumentos sustentáveis.  Na LEME Forense, desenvolvemos métodos para apoiar decisões jurídicas complexas com segurança e profundidade analítica. Se o seu objetivo é elevar o nível da investigação patrimonial, este passo a passo — e o webinar — são o seu próximo movimento estratégico.

Por que a inovação ainda é tratada como custo no jurídico

No mercado jurídico brasileiro, onde a complexidade regulatória e os prazos apertados demandam eficiência máxima, muitos profissionais ainda veem a inovação como um custo desnecessário, em vez de um investimento estratégico. Essa percepção persiste apesar das evidências claras de que tecnologias como automação de processos jurídicos podem otimizar operações, reduzir riscos e elevar a competitividade.  Nós, da LEME Forense ajudamos escritórios e departamentos jurídicos a superar essa barreira, transformando inovação em resultados mensuráveis. Entre em contato conosco hoje e descubra como uma consultoria personalizada pode revolucionar sua prática jurídica. Advogados e gestores podem associar novas tecnologias a despesas iniciais elevadas, como aquisição de softwares e treinamentos, ignorando os retornos de longo prazo. Portanto, surge a pergunta: por que a inovação ainda é tratada como custo no jurídico? Uma análise revela que essa visão decorre de fatores culturais e estruturais. Os custos ocultos da inércia tecnológica Embora a inovação exija investimento upfront, a inércia tecnológica impõe custos ocultos ainda mais onerosos. Por exemplo, o retrabalho manual em análises de contratos ou due diligence pode consumir horas preciosas de profissionais qualificados, elevando despesas operacionais. Assim, escritórios que postergam a adoção de tecnologia aplicada no direito enfrentam não apenas perdas financeiras, mas também riscos jurídicos ampliados, como erros humanos em verificações de compliance.  Considere o cenário de recuperação de créditos, área crítica para empresas no Brasil: sem automação, a triagem de devedores envolve buscas dispersas em cartórios e bases públicas, propensas a falhas. Portanto, tratar a inovação como custo ignora esses ganhos: menor tempo significa maior capacidade de atendimento a clientes, e redução de retrabalho preserva a reputação profissional. Como a tecnologia aplicada reduz riscos, tempo e retrabalho A tecnologia aplicada no direito não é mera modinha; ela é uma alavanca para eficiência comprovada. Plataformas de legal tech, como as de análise preditiva e blockchain para contratos inteligentes, minimizam riscos ao automatizar verificações de conformidade com a LGPD e normas anticorrupção.  Além disso, a automação de tarefas repetitivas, como extração de dados de processos judiciais, libera advogados para atividades de alto valor, como estratégia litigiosa. Um exemplo é o SONAR que tem ferramentas de background check automatizado, cortando o tempo de due diligence de semanas para dias, No entanto, o maior benefício reside na redução de retrabalho: algoritmos de machine learning aprendem com casos passados, previnem inconsistências e otimizam fluxos de trabalho. Assim, a inovação se converte em custo zero a médio prazo, gerando ROI expressivo. Benefícios quantificáveis da inovação no jurídico Para ilustrar de forma estruturada, eis uma tabela comparativa baseada em benchmarks do mercado:  Aspecto  Sem Inovação (Método Tradicional)  Com Tecnologia Aplicada  Tempo de Análise  40-60 horas por contrato  4-8 horas (redução de 85%)  Risco de Erro  15-20% (erros humanos)  <5% Custo Operacional  R$ 5.000-10.000 por caso  R$ 1.000-2.000 (escalável)  Retrabalho  30% dos casos  <10%  Esses números, extraídos de relatórios da Thomson Reuters, comprovam que a tecnologia não é custo, mas mitigador de despesas.  Transforme custo em vantagem competitiva Em síntese, a resistência à inovação no mercado jurídico decorre de visões precipitadas, mas é superável com evidências e implementação criteriosa. A tecnologia aplicada reduz riscos, tempo e retrabalho, posicionando profissionais à frente em um ecossistema cada vez mais digital. Não deixe que percepções limitem seu potencial, a LEME Forense oferece soluções personalizadas em automação para recuperação e análise de crédito, gestão de riscos e investigação patrimonial, com clientes em todo o Brasil.  Agende agora uma demonstração gratuita pelo site www.lemeforense.com.br ou pelo WhatsApp e veja como podemos reduzir seus custos. O futuro do Direito é a inovação; garanta sua participação.

O que mudou no Judiciário em 2025

O ano de 2025 representou um ponto de inflexão para o Judiciário brasileiro. Mais do que mudanças pontuais, houve a consolidação de uma lógica institucional baseada em padronização decisória, racionalização de processos e maior exigência técnica das partes. Para advogados, escritórios, departamentos jurídicos e áreas de compliance, esse novo cenário impõe adaptação imediata, sob pena de perda de competitividade e eficiência.  A seguir, analisamos os 5 principais movimentos que marcaram o Judiciário em 2025 e seus impactos diretos no mercado jurídico. Consolidação definitiva da Justiça Digital Embora o processo eletrônico já estivesse amplamente difundido, 2025 marcou a consolidação definitiva da Justiça Digital como regra. Audiências virtuais e híbridas passaram a contar com regulamentações mais claras, reduzindo questionamentos procedimentais e trazendo maior previsibilidade à condução dos atos processuais.  Além disso, houve avanço relevante na integração entre sistemas judiciais, cartórios, juntas comerciais e bases públicas. Na prática, isso ampliou a capacidade do Judiciário de cruzar informações, identificar inconsistências e acelerar análises preliminares. Para o mercado jurídico, o impacto é direto: peças mal instruídas, dados incompletos ou informações contraditórias passaram a ser rapidamente detectadas. Leia mais sobre o assunto no blog: “Transformação digital no Direito: como a tecnologia está moldando os departamentos jurídicos” Fortalecimento do sistema de precedentes e da segurança jurídica Esse ano foi intensificada a aplicação do sistema de precedentes qualificados. Decisões vinculantes dos tribunais superiores passaram a ser observadas com maior rigor, e a tentativa de afastamento desses entendimentos exige fundamentação técnica consistente.  Esse movimento elevou o nível técnico da advocacia e reduziu o espaço para teses exploratórias ou apostas processuais sem lastro. Como consequência, cresce a relevância da jurimetria, da análise estatística de decisões e da inteligência jurídica aplicada à estratégia processual.  Confira as tendências do mercado nesse ano, nesse vídeo: Jornada estratégica: Cenário atual e insights Uso institucional de inteligência artificial nos tribunais Outro marco de 2025 foi o uso mais estruturado de inteligência artificial no apoio à gestão judicial. Ferramentas de IA passaram a ser utilizadas para triagem processual, identificação de demandas repetitivas, organização de precedentes e gestão de acervo.  Embora a decisão final permaneça sob responsabilidade humana, o filtro inicial se tornou mais técnico e objetivo. Para advogados e escritórios, esse cenário reforça a importância de uma atuação baseada em dados, análise de precedentes e compreensão do comportamento decisório dos tribunais. Leia mais sobre essa assunto no artigo: IA na investigação patrimonial Mudanças relevantes na execução civil e recuperação de crédito A execução civil foi uma das áreas mais impactadas em 2025. O Judiciário passou a realizar, de forma mais clara, a efetividade da execução, especialmente em casos de ocultação patrimonial e uso abusivo de estruturas societárias.  Houve maior abertura para o reconhecimento de grupos econômicos e para a responsabilização patrimonial indireta. No entanto, o ônus probatório também se tornou mais rigoroso. Alegações genéricas perderam espaço para provas técnicas, relatórios estruturados e demonstrações objetivas de vínculos patrimoniais.  Na prática, isso fortalece a investigação patrimonial profissional e orientada por dados, como ferramenta central na recuperação de crédito. Assista ao webinar: Recuperação de crédito inteligente Compliance, dados e responsabilidade no uso da informação O ambiente regulatório mais maduro também impactou diretamente o Judiciário em 2025. A origem, o tratamento e a finalidade dos dados apresentados em juízo passaram a ser analisados com mais atenção, especialmente seguindo a legislação de proteção de dados. Relatórios, laudos e provas documentais precisam ser tecnicamente consistentes e juridicamente defensáveis. O uso inadequado de informações pode gerar questionamentos processuais e até responsabilização. Assim, áreas como compliance, due diligence e investigação patrimonial passaram a exigir ainda mais método, governança e rastreabilidade. Saiba mais no ebook: Compliance 360° Rumo a 2026 Somadas, essas mudanças desenham um novo padrão de exigência do Judiciário. O domínio da dogmática jurídica continua essencial, mas já não é suficiente de forma isolada. O profissional do Direito de 2025 precisa compreender dados, tecnologia, precedentes e lógica econômica dos litígios.  Escritórios e departamentos jurídicos que estruturam sua atuação com base em inteligência jurídica, análise patrimonial e visão estratégica tendem a operar com mais eficiência, previsibilidade e vantagem competitiva.   Acompanhamos de forma ativa todas as transformações do Judiciário e desenvolvemos soluções alinhadas a esse novo cenário. Atuamos com investigação patrimonial orientada por dados, monitoramento estratégico e inteligência aplicada à tomada de decisão jurídica. Se o Judiciário mudou, a atuação jurídica também precisa evoluir, nós ajudamos você a fazer isso com método, técnica e segurança, entre em contato conosco. 

Quer montar um time de investigação? Veja os insights do nosso último webinar

Se o seu escritório está em busca de estruturar a investigação patrimonial como unidade de negócio, você encontrou o artigo certo. Foi exatamente essa visão que norteou o nosso último webinar, pensado para quem quer sair do manual e operar com maturidade técnica e financeira. Confira a seguir os principais insights que surgiram durante o webinar do dia 11/12, e já saiba a data e o tema do próximo. Investigação patrimonial como unidade de negócio O webinar com tema principal “Investigação patrimonial como unidade de negócio: estrutura, processos e lucratividade” reuniu profissionais que vivem esse desafio na prática. A mediação foi conduzida por Valdo Silveira (CEO da LEME Forense) e Leonardo Botelho (Head de Investigação), com a participação do convidado Valter Salatini, do escritório Tortoro, Madureira & Ragazzi Advogados.  Assista aqui o vídeo completo: O ponto de partida do debate foi o contexto de mercado. Há um crescimento consistente da demanda por localização de ativos, identificação de patrimônio oculto e análise de grupos econômicos, impulsionado principalmente pelo aumento da inadimplência estratégica e pela sofisticação das estruturas de blindagem patrimonial.  Os escritórios que se destacam compartilham três fundamentos essenciais:  uso estruturado de dados;  aplicação de metodologia clara e replicável;  apoio contínuo de tecnologia especializada.  Essa combinação permite ganho de escala, redução de retrabalho e maior assertividade na tomada de decisão. Criação da área: da necessidade à estruturação A decisão de estruturar uma área própria de investigação patrimonial partiu da percepção de que o modelo tradicional não entregava a velocidade e a profundidade exigidas pelos casos complexos.  Os primeiros passos envolvem:  definição objetiva do escopo da investigação;  separação clara entre funções jurídicas e investigativas;  criação de fluxos internos e responsabilidades bem delimitadas.  Estrutura e processos: onde a maioria dos escritórios erra Outro ponto sensível abordado foi a escolha de ferramentas, parceiros e metodologia. Integrar tecnologia ao dia a dia jurídico exige mudança de mentalidade, treinamento e padronização. Ficou claro que tecnologia isolada não resolve. Sem método, ela gera ruído. Da mesma forma, metodologia sem tecnologia limita escala e eficiência. Resultados concretos: ganhos operacionais e estratégicos Quando a área passa a operar de forma estruturada, os resultados aparecem de maneira objetiva. Entre os principais benefícios destacados estão:  maior agilidade na fase de execução;  aumento da taxa de sucesso na localização de ativos;  melhoria significativa na entrega de valor para clientes institucionais.  Como funciona o serviço de investigação na LEME Forense Na sequência do webinar, Leonardo Botelho apresentou como estruturamos a esteira de investigação patrimonial.  Nós oferecemos o serviço de investigação, separadamente da plataforma SONAR, em que fazemos o todo o processo de pesquisa e entregamos um relatório com todas as informações obtidas. Temos um time especializado para esse quesito, no qual Leonardo é gerente.  Ele explicou que atuamos com dois grandes perfis de casos:  casos complexos, que envolvem ocultação sofisticada de bens, redes de relacionamento e estruturas societárias elaboradas;  casos operacionais, caracterizados por alto volume e necessidade de resposta rápida.  A equipe é alocada conforme a complexidade, evitando gargalos comuns como sobrecarga, falhas de comunicação e perda de prazos. Quer saber mais sobre esse serviço? Entre em contato por aqui. Monetização da investigação patrimonial: modelos possíveis Um dos temas centrais do debate foi a monetização. Foram apresentados três modelos principais:  modelo fixo;  modelo variável;  modelo misto.  A precificação deve considerar critérios objetivos, como:  porte do caso;  profundidade da investigação;  volume de dados analisados.  Próximo webinar: grupos econômicos ocultos e a prova na execução Para aprofundar um dos pontos mais sensíveis da investigação patrimonial contemporânea, a LEME Forense realizará, no dia 15 de janeiro, às 16h, um novo webinar com transmissão ao vivo pelo YouTube. O encontro terá como tema “Grupos Econômicos Ocultos: como identificar e comprovar na execução”, assunto que hoje ocupa posição central nas estratégias de recuperação de crédito e no contencioso executivo.  A mediação será conduzida também por Leonardo Botelho, Head de Investigação da LEME Forense, com a participação do convidado Danilo Diniz, profissional com atuação prática no enfrentamento de estruturas societárias complexas.  Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por LEME Inteligência Forense (@lemeforense) O webinar parte de um contexto conhecido: a crescente sofisticação das estruturas empresariais. Em muitos casos, essa complexidade decorre de planejamento tributário e expansão legítima dos negócios. Em outros, contudo, ela é utilizada como mecanismo de blindagem patrimonial e diluição artificial de responsabilidades, dificultando a satisfação do crédito. Nesse cenário, compreender como os grupos econômicos se formam — e como podem ser comprovados na execução — tornou-se uma competência estratégica.  Ao longo do encontro, serão discutidos temas como a caracterização prática de grupos econômicos para além do que está no papel, os erros mais comuns cometidos na tentativa de reconhecimento dessas estruturas, a distinção entre organização societária legítima e fraude contra credores, bem como o papel dos dados públicos na investigação patrimonial. A proposta é demonstrar como a visão investigativa, quando integrada à análise jurídica, fortalece a construção das teses e aumenta a efetividade das medidas executivas.  Se o seu objetivo é elevar o nível da sua operação e preparar o escritório para um cenário cada vez mais exigente, realize a sua inscrição e acompanhe de perto as discussões que realmente impactam o seu dia a dia. 

A evolução da LEME: o que construímos em 2025

Entramos em 2025 com um objetivo claro: fortalecer a inteligência de dados e entregar ferramentas práticas para operações que precisam de precisão, rapidez e decisões embasadas. Ao longo do ano, ampliamos nossa atuação, reforçamos nossa presença no mercado e aprofundamos o suporte oferecido aos clientes. E se você quer levar sua operação a um novo patamar em 2026, este é o momento ideal para se conectar à LEME Forense. Proximidade que gera resultado O sucesso do nosso cliente é o nosso. Por isso, em 2025, reforçamos nossa atuação com uma agenda fixa e prática de workshops exclusivos para os nossos clientes. No total, realizamos 40 workshops – semanalmente às quintas-feiras, sempre direcionados à aplicação da plataforma no dia a dia. Esses encontros, fortaleceram a autonomia das equipes, ampliaram a capacidade de leitura estratégica dos dados e geraram uma troca contínua que se refletiu em melhorias. Cada interação tornou-se insumo para aprimorar processos, ajustar funcionalidades e garantir uma experiência mais fluida e produtiva, para acelerar o domínio técnico dos usuários. Presença qualificada e diálogo aprofundado com o mercado Ao longo de 2025, marcamos presença em 15 eventos, sendo 8 presenciais e 7 online, sempre com foco em discutir tendências relevantes, apresentar soluções e compartilhar metodologias aplicáveis na rotina jurídica. DOC9, C4CC, AB2L, Acelerador de Execução do José de Andrade, EXPOCOMPLIANCE, OAB PR, Fenalaw e Conacredi – todos tem algo em comum: nós marcamos presença!  Temas dos webinars:  – O impacto da tecnologia no mundo jurídico  – Advocacia 4.0   – Jornada Estratégica – 3 dias de workshop  – Como gerar receita e fidelizar clientes na advocacia – Recuperação de crédito inteligente – Compliance e tecnologia – Investigação Patrimonial na Prática   Caso tenha perdido algum conteúdo, não se preocupe, estamos disponibilizando todos no nosso canal do Youtube: Assista aqui O que 2025 nos ensinou Inteligência de dados precisa ser útil, clara e operacional. Mais do que acessar informações, os times precisam transformá-las em decisões. Por isso, refinamos relatórios, filtros e visualizações, garantindo leituras mais diretas e precisas.  A maturidade digital do jurídico está subindo. A busca por capacitação confirma que o setor está evoluindo. Profissionais querem entender metodologias, interpretar padrões e aplicar dados com mais confiança.  Resultado depende de método, não só de ferramenta. Equipes que estruturam rotinas, criam fluxos e integram a plataforma à operação diária alcançam resultados muito superiores. 2025 tornou isso ainda mais evidente.  Para onde vamos em 2026 O novo ciclo chega com metas estruturadas e foco em elevar a profundidade das análises e a eficiência operacional. Nossas prioridades incluem:  – novas automações para reduzir tarefas manuais;  – relatórios mais completos e com leitura facilitada;   – ampliação das integrações com bases públicas e privadas;   – fortalecimento da agenda de capacitação contínua;   – presença ampliada em eventos e iniciativas de comunidade;   – ferramentas mais robustas para investigações complexas, compliance e auditorias internas.  Nosso direcionamento para o próximo ano: aprimorar cada vez mais nossa ferramenta, entender e solucionar as dores dos nossos clientes, entregar informações e dados integradas ao fluxo das operações, reduzindo obstáculos e acelerando resultados. Comece 2026 com quem vai te trazer eficiência, segurança e estratégica 2025 foi um ano de evolução consistente, aprendizado e expansão. Agora, 2026 chega como oportunidade para elevar o nível da sua operação jurídica. E se você quer avançar com profundidade, método e apoio técnico contínuo, a LEME Forense está pronta para caminhar com você — transformando inteligência em vantagem real e contínua para o seu time.  Já dizia o ditado “quem chega primeiro, bebe água fresca”. Chegou a hora de se unir a quem está liderando a próxima etapa da inteligência jurídica no Brasil. Entre em contato com o nosso time. E tem mais: até o dia 19/12/2025, você ainda consegue aproveitar a prorrogação da Black Friday. Nesse período, você garante isenção de mensalidade até o fim do recesso forense e acesso a um curso exclusivo com especialistas em investigação patrimonial, que vão te orientar no uso estratégico das ferramentas e na construção de análises realmente profundas. Se você quer entrar em 2026 no nível mais alto, essa é a hora.

Recesso forense 2025: como organizar o próximo ano 

Áreas que dependem de investigação patrimonial, automação jurídica ou análise de dados, o recesso forense é a janela perfeita para reavaliar processos, estruturar fluxos e definir prioridades estratégicas.  Nesse período de baixa movimentação no mercado, sua empresa ou escritório conseguem implementar melhorias com mais tranquilidade, e claro, aproveitar para revisar ferramentas e tecnologias que ampliam a performance do escritório. Por que o recesso forense é tão importante para o planejamento anual O recesso forense de 2025 seguirá o padrão tradicional: atividades suspensas entre o final de dezembro e o início de janeiro, com manutenção apenas do plantão judicial.  Embora a rotina desacelere, esse intervalo não deve ser entendido como uma pausa improdutiva. Ao contrário: é um dos momentos mais estratégicos para ajustar rotinas, reavaliar riscos e construir uma base sólida para o próximo ano.  Além disso, o recesso oferece um fator importante: previsibilidade. A queda natural na demanda operacional reduz pressões e libera tempo para análises internas — algo que, durante a correria do ano, costuma ser inviável. Essa previsibilidade possibilita revisitar métricas, verificar gargalos e planejar ações orientadas por dados, garantindo maior eficiência quando os prazos processuais retornarem.  Diagnóstico: o ponto de partida para um ano mais eficiente Antes de pensar em novas estratégias, é fundamental olhar para o que foi feito no ano corrente. Um diagnóstico bem conduzido ajuda a entender onde o escritório avançou e onde há espaço para ajustes.  Alguns pontos essenciais nesse diagnóstico incluem:  Quantidade de processos ativos e prazos críticos  Avaliar quais casos exigirão maior atenção no início do ano permite uma distribuição inteligente de recursos.  Performance em investigações patrimoniais  Checar taxa de êxito, velocidade de resposta e qualidade das informações obtidas é essencial para quem atua com cobrança, execução ou recuperação de ativos.  Ferramentas de automação  Entender se elas realmente reduziram tempo operacional e aumentaram precisão ajuda a definir investimentos futuros.  Compliance e governança de dados  Como 2026 deve intensificar exigências regulatórias, garantir que sua estrutura esteja em conformidade evita riscos jurídicos e reputacionais. Com esse diagnóstico em mãos, o escritório consegue planejar o próximo ano com base em evidências — e não em suposições. Essa abordagem orientada por dados é o que norteia nossas próprias soluções aqui na LEME Forense. Planejamento estratégico: como usar o recesso para construir vantagem competitiva Depois de consolidar o diagnóstico, é hora de estabelecer metas e estratégias. O recesso forense favorece esse processo porque proporciona tempo e foco, permitindo decisões mais estruturadas. 1. Revisão de fluxos operacionais Mapear tarefas repetitivas, identificar falhas e reformular rotinas processuais contribui para reduzir retrabalhos. A transição para o próximo ano se torna mais fluida quando os processos já chegam consolidados. 2. Atualização de ferramentas tecnológicas Avaliar se as soluções utilizadas hoje realmente atendem às demandas do escritório é um passo crucial. Sistemas mais robustos de análise de dados e automação podem otimizar a atuação desde o primeiro dia útil pós-recesso. 3. Capacitação do time O período é ideal para treinamentos internos, workshops e estudo de casos. A equipe retorna mais alinhada, segura e preparada para demandas complexas. No dia 11/12 às 16h, realizaremos o nosso último webinar do ano, será sobre investigação e lucratividade, essa é uma ótima oportunidade para você participar com seu time e já se prepararem para 2026. INSCREVA-SE AQUI  4. Planejamento financeiro para investigações e diligências  O recesso oferece a oportunidade de validar o orçamento anual com base nos custos previstos para monitoramentos, pesquisas patrimoniais e automações — atividades que tendem a crescer nos próximos anos.  5. Reavaliação de políticas internas de compliance  Diante da crescente sofisticação das normas de proteção de dados, é indispensável revisar protocolos, reforçar boas práticas e atualizar controles internos. Dica de leitura: “Os 3 Pilares Essenciais para um Compliance de Sucesso” O papel das tecnologias de inteligência e automação durante o planejamento A cada ano, cresce a demanda por informações rápidas, verificáveis e completas. Em áreas como investigação patrimonial, recuperação de crédito e due diligence, depender apenas de processos manuais tornou-se uma limitação. Durante o recesso, muitos escritórios aproveitam para testar novas tecnologias capazes de integrar bases de dados, cruzar informações e gerar insights que tornam a análise jurídica mais assertiva.  Alguns exemplos de como a tecnologia pode ser usada nesse período:  Revisar relatórios patrimoniais antigos e comparar com novas fontes de dados.  Configurar monitoramentos que já iniciem o ano acompanhando alterações relevantes em CPFs, CNPJs, imóveis, veículos e outras informações críticas.  Integrar automações com sistemas internos para reduzir tarefas manuais. Como transformar o recesso em um período de fortalecimento institucional A soma entre diagnóstico, planejamento anual jurídico e tecnologia leva a um ponto central: fortalecimento institucional. É isso que diferencia escritórios reativos de escritórios estratégicos. Para transformar o recesso em um período realmente produtivo, é fundamental: Registrar decisões e manter um plano de ação claro. Estabelecer metas realistas e mensuráveis.  Garantir que cada membro da equipe compreenda seu papel no plano.  Adotar ferramentas que sustentem essas metas ao longo do ano. Ao fazer isso, o escritório reduz desperdícios, aumenta eficiência e melhora sua capacidade de atuação diante de casos complexos. Conclusão: transforme o recesso em estratégia e conte com a LEME Forense O recesso forense 2025 é mais do que uma pausa: é uma oportunidade de organizar, atualizar e projetar o próximo ciclo com clareza. Ao usar esse período para refinar procedimentos, analisar dados e implementar tecnologias robustas, o escritório inicia o ano mais preparado e competitivo.  Se você quer que 2026 comece com mais precisão, agilidade e segurança jurídica, nossas soluções de inteligência patrimonial, automação e análise de dados podem apoiar todo o seu planejamento.  Fale com nosso time e descubra como podemos fortalecer suas operações desde já.

Preparando seu escritório para 2026: oportunidades e tendências que você não pode ignorar

Preparar seu escritório para 2026 significa mais do que simplesmente ajustar processos internos: é antecipar oportunidades, alinhar-se às tendências jurídicas emergentes e garantir posicionamento estratégico no mercado altamente competitivo.  O ano de 2026 vem acompanhado de uma série de sinais claros de mudança no ambiente jurídico e de negócios que nos acompanham desde meados de 2023, com o boom da inteligência artificial. Os escritórios que se prepararem com antecedência terão vantagem decisiva. Por outro lado, a estagnação diante dessas transformações pode resultar em perda de clientes e relevância. Portanto, compreender as tendências e oportunidades atuais é fundamental para liderar, inovar e destacar-se no segmento.   E já que estamos falando de preparação, vale lembrar: a Black Friday da LEME é a oportunidade do ano para estruturar seu escritório. Acesse aqui e garanta isenção de mensalidade até o fim do recesso jurídico e curso exclusivo. **promoção válida até 30/11/2025  A seguir listamos cinco assuntos que foram temas durante este ano e que no ano vêm vão nos acompanhar, confira e comente qual a sua opinião.  1. A automação e inteligência artificial nos escritórios Uma das principais oportunidades para escritórios jurídicos em 2026 é a incorporação da IA e automação na rotina operacional.   Segundo matéria do jornal Migalhas, mais de 55% dos advogados já utilizam ferramentas de IA generativa em 2025.  Contudo, a adoção da IA traz desafios, como riscos de vieses algorítmicos, erro de contextualização e preocupação com a segurança de dados, todos temas amplamente debatidos nos últimos meses. Instituições como o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a ANPD e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) têm buscado regular e acompanhar esse avanço para garantir que a tecnologia fortaleça a justiça sem comprometer os princípios.  2. O Compliance como pilar de credibilidade O aumento da complexidade regulatória nos âmbitos nacional e internacional demanda uma atuação integrada em compliance. Escritórios que incorporarem práticas consistentes de avaliação e monitoramento de riscos ganham maior credibilidade e atraem maiores e melhores clientes.  Para 2026, destaca-se a importância do compliance estruturado como diferencial competitivo. Isso inclui não somente o alinhamento com as legislações vigentes, mas também a implantação de programas internos, treinamentos constantes e auditorias periódicas que assegurem a prevenção de litígios e indícios de irregularidades.  Destacamos que o mercado jurídico está cada vez mais atento a escritórios com processos robustos de compliance, uma razão para investir na capacitação e na implementação dessas práticas desde já, garantindo o preparo para desafios futuros. Para se aprofundar mais sobre o assunto, baixe o e-book “Compliance 360°: ética, dados e segurança jurídica para o futuro corporativo 3. Direito digital e privacidade de dados A transformação digital impacta diretamente o campo jurídico, especialmente em questões relacionadas à proteção de dados e privacidade. Em um cenário de crescente digitalização das informações, a conformidade com legislações como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) permanece em foco. Para 2026, a atuação especializada em direito digital estará entre as áreas mais demandadas. Escritórios que investirem em conhecimento técnico e ferramentas de análise e mitigação de riscos relacionados a dados e cibersegurança vão se posicionar à frente da concorrência. Assim, capacitar a equipe para atender às exigências atuais e futuras, bem como adotar plataformas que facilitem o compliance cibernético, representa uma excelente oportunidade de crescimento e especialização. 4. Estratégias na investigação patrimonial Outro ponto essencial para preparar seu escritório para 2026 está na evolução das práticas de investigação patrimonial. O aumento das estruturas de blindagem, o uso de terceiros interpostos e a diversificação de ativos demandam técnicas mais sofisticadas, fundamentadas em tecnologia e análise integrada de dados.  Nesse cenário, construir um fluxo de trabalho estruturado que combine cruzamento de bases públicas e privadas, monitoramento contínuo, análise de vínculos e identificação de padrões financeiros — torna-se imprescindível. A agilidade na detecção de movimentações suspeitas e a capacidade de antecipar tentativas de ocultação fortalecem estratégias de recuperação de crédito e ampliam o poder de atuação do escritório em litígios complexos.  Além disso, a capacitação interna ganha protagonismo. Equipes treinadas em tecnologia jurídica, leitura de dados e interpretação de informações financeiras conseguem operar com mais precisão e assertividade, reduzindo retrabalho e elevando a qualidade das entregas. E já antecipando essa demanda de capacitação, no mês que vêm teremos o webinar exclusivo, garanta sua vaga e participe desse bate-papo: Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por LEME Inteligência Forense (@lemeforense) Inscreva-se aqui. 5. A importância de parcerias estratégicas e tecnologia de dados A colaboração com empresas especializadas em tecnologia jurídica, concede acesso a bases de dados e sistemas integrados que facilitam a pesquisa, análise de risco e recuperação de crédito. Isso amplia a capacidade de atuação e oferece diferenciais competitivos concretos.  Em 2026, o relacionamento colaborativo entre escritórios e fornecedores tecnológicos será decisivo para a agilidade na prestação dos serviços e para agregar valor aos clientes, sobretudo em questões complexas que demandam inteligência de dados e inovação. Conclusão: Conduza 2026 com a LEME Antecipar-se às tendências de 2026 exige uma postura proativa e investimento estratégico em tecnologia, compliance, especialização e marketing jurídico. A LEME Forense está preparada para apoiar seu escritório nesta jornada, oferecendo soluções jurídicas avançadas e personalizadas, capazes de transformar desafios em oportunidades reais de crescimento.  Este é o melhor momento para dar o próximo passo: durante a Black Friday da LEME, você garante benefícios exclusivos, como acesso ao treinamento avançado de Investigação Patrimonial e condições especiais para utilizar o SONAR com isenção de mensalidade até o final do recesso forense para estruturar o escritório com mais inteligência e iniciar 2026 milhas à frente no mercado.